<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"><channel><title><![CDATA[Escola Dominical]]></title><description><![CDATA[Escola Dominical]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/</link><image><url>https://escoladominical.assembleia.org.br/favicon.png</url><title>Escola Dominical</title><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/</link></image><generator>Ghost 3.9</generator><lastBuildDate>Sun, 15 Mar 2020 17:13:35 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://escoladominical.assembleia.org.br/rss/" rel="self" type="application/rss+xml"/><ttl>60</ttl><item><title><![CDATA[Lição 11: O Homem do Pecado]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-11---Rac-a-Humana---O-Homem-do-Pecado.png" class="kg-image"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><p>2 Tessalonicenses 2:8 “<em>E, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda</em>” .</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>O Homem do Pecado, a encarnação máxima da maldade, será destruído por Jesus Cristo — o Homem Perfeito.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-11-o-homem-do-pecado/</link><guid isPermaLink="false">5e6ac7b6c8d7fd003824b02c</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 08 Mar 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-11---Rac-a-Humana---O-Homem-do-Pecado-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-11---Rac-a-Humana---O-Homem-do-Pecado.png" class="kg-image" alt="Lição 11: O Homem do Pecado"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-11---Rac-a-Humana---O-Homem-do-Pecado-1.png" alt="Lição 11: O Homem do Pecado"><p>2 Tessalonicenses 2:8 “<em>E, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda</em>” .</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>O Homem do Pecado, a encarnação máxima da maldade, será destruído por Jesus Cristo — o Homem Perfeito.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Ez 28.1-15: </strong>O chefe do Anticristo</p><p><strong>Terça — 2Ts 2.1-12: </strong>A natureza do Anticristo</p><p><strong>Quarta — Ap 13.1-10: </strong>A ascensão do Anticristo</p><p><strong>Quinta — 2Ts 2.4: </strong>O auge do Anticristo</p><p><strong>Sexta — Dn 9.27: </strong>O Anticristo e Israel</p><p><strong>Sábado — Ap 19.20: </strong>A destruição do Anticristo</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>2 Tessalonicenses 2.1-15.</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e pela nossa reunião com ele,</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como de nós, como se o Dia de Cristo estivesse já perto.</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>Ninguém, de maneira alguma, vos engane, porque não será assim sem que antes venha a apostasia e se manifeste o homem do pecado, o filho da perdição,</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>o qual se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou se adora; de sorte que se assentará, como Deus, no templo de Deus, querendo parecer Deus.</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>Não vos lembrais de que estas coisas vos dizia quando ainda estava convosco?</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>E, agora, vós sabeis o que o detém, para que a seu próprio tempo seja manifestado.</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que, agora, resiste até que do meio seja tirado;</em></p><p><strong>8 —</strong> <em>e, então, será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca e aniquilará pelo esplendor da sua vinda;</em></p><p><strong>9 —</strong> <em>a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais, e prodígios de mentira,</em></p><p><strong>10 —</strong> <em>e com todo engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem.</em></p><p><strong>11 —</strong> <em>E, por isso, Deus lhes enviará a operação do erro, para que creiam a mentira,</em></p><p><strong>12 —</strong> <em>para que sejam julgados todos os que não creram a verdade; antes, tiveram prazer na iniquidade.</em></p><p><strong>13 —</strong> <em>Mas devemos sempre dar graças a Deus, por vós, irmãos amados do Senhor, por vos ter Deus elegido desde o princípio para a salvação, em santificação do Espírito e fé da verdade,</em></p><p><strong>14 —</strong> <em>para o que, pelo nosso evangelho, vos chamou, para alcançardes a glória de nosso Senhor Jesus Cristo.</em></p><p><strong>15 —</strong> <em>Então, irmãos, estai firmes e retende as tradições que vos foram ensinadas, seja por palavra, seja por epístola nossa.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Nesta lição, trataremos de como nos últimos dias, um homem será usado por Satanás para afrontar a Deus e perseguir Israel — o Anticristo. Conhecido também como o Homem do Pecado, esse personagem maligno aparece, na Bíblia Sagrada, como o representante mais autorizado de Satanás. Não podemos ignorá-lo; temos de conhecer o seu caráter, missão e destino final. Que este estudo nos ajude a precaver-nos contra o espírito do Anticristo, que já opera no mundo (1Jo 4.1-3). Estejamos alertas. Mas não percamos o ânimo, pois o que está conosco, e em nós, é infinitamente mais poderoso. Aleluia!</p><p><strong>I. O HOMEM DO PECADO</strong></p><p>Neste tópico, enfocaremos a origem, os títulos e a natureza do Homem do Pecado.</p><p><strong>1. Origem do Homem do Pecado.</strong> </p><p>Caim e Lameque, prefigurando o Anticristo, opuseram-se sistematicamente a Deus (Gn 4.1-10, 23,24). Ambos agiram como o Homem do Pecado, que há de aparecer tão logo a Igreja seja arrebatada (2Ts 2.6,7). Nesse mesmo grupo, nomearemos o Faraó do Êxodo, o perverso Amã e o sanguinário Herodes (Êx 1.8-16; Et 3.1-6; Mt 2.13). Desde os tempos bíblicos, muitos fizeram-se anticristos e dispuseram-se a perseguir a Israel e a Igreja do Cordeiro. Destes, citaremos apenas alguns — Nero, Hitler e Stalin — pois a lista é longa e enojadiça.</p><p><strong>2. Títulos do Homem do Pecado.</strong> </p><p>O título principal deste personagem é “Anticristo” (1Jo 2.18). O apóstolo João, sempre atento aos sinais dos tempos, soube como desmascarar os antecessores do Homem do Pecado; em seus dias, já não eram poucos. No Apocalipse, o Homem do Pecado é descrito como a besta que sobe da terra (Ap 13.1). Se retroagirmos a Daniel, constataremos que o Anticristo é apresentado como o príncipe que há de vir (Dn 9.26). O Senhor Jesus, por sua vez, mostra-o como aquele que, desprezando o Pai e o Filho, aparece mentindo e enganando os incautos (Jo 5.43).</p><p><strong>3. A natureza do Homem do Pecado.</strong> </p><p>O Homem do Pecado será de tal forma usado por Satanás, que chegará a ser confundido com este (2Ts 2.9). Ele aparecerá como uma espécie de “ungido” do Diabo. E, na força do Maligno, realizará grandes sinais e prodígios, induzindo a humanidade a recepcioná-lo como se fosse o próprio Deus (2Ts 2.4). Os que não tomarem parte no arrebatamento da Igreja serão obrigados a prestar-lhe honras e adoração (Ap 13.4). Nele, a possessão satânica será plena.</p><p><strong>II. A MISSÃO DO HOMEM DO PECADO</strong></p><p>A missão do Homem do Pecado será quádrupla: opor-se metodicamente a Deus, a Israel, a Cristo e à Igreja.</p><p><strong>1. Opor-se a Deus.</strong> Satanás não ignora este fato: jamais logrará derrotar a Deus (Jó 42.2). Por essa razão, volta-se contra todas as obras divinas. Ele tenta impedir, prioritariamente, o Evangelho de Cristo de alcançar os confins do mundo, para que o Reino dos Céus jamais se instale na Terra. Ferozmente, opõe-se a Deus, aos santos anjos, à Igreja, a Israel e aos redimidos do Cordeiro (Dn 10.13-21; 1Ts 2.18; Ap 12.10,11,13-17).</p><p>Mantenhamo-nos vigilantes. Oremos e Vigiemos. De nosso Deus temos a promessa: “E o Deus de paz esmagará em breve Satanás debaixo dos vossos pés. A graça de nosso Senhor Jesus Cristo seja convosco. Amém!” (Rm 16.20).</p><p><strong>2. Opor-se a Israel.</strong> </p><p>Através de seus anticristos, o Diabo vem reunindo todos os esforços para destruir Israel quer física quer espiritualmente (Êx 1.8-22; Ap 2.14). O que dizer da destruição em massa dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial? Nesse período, mais de seis milhões de pessoas foram brutal e covardemente assassinadas. Na Grande Tribulação, o Homem do Pecado perseguirá implacavelmente os judeus, para aniquilá-los de uma vez por todas (Ap 12.17). Mas, quando Jesus Cristo retornar em glória, todo o Israel será salvo (Rm 11.26).</p><p><strong>3. Opor-se a Jesus Cristo.</strong> </p><p>No que concerne ao Filho de Deus, a missão do Homem do Pecado é dupla: opor-se a Cristo, e colocar-se no lugar de Cristo, como se ele (o Anticristo) fosse o verdadeiro messias e salvador do mundo (Mt 24.5,23,24). Leia com atenção Ap 13. No início, tentou matar fisicamente o Filho de Deus (Mt 2.13). Depois, procurou enredá-lo na tentação do deserto (Mt 4.1). E, finalmente, reuniu todos os seus recursos “teológicos” para destruir a genuína cristologia — o estudo da vida e da obra de Cristo (1Jo 4.2,3). O Homem do Pecado nega tanto a humanidade como a divindade de Nosso Senhor. Quanto a nós, professaremos audaciosamente que Jesus Cristo é Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus. Aleluia!</p><p><strong>4. Opor-se à Igreja.</strong> </p><p>O Homem do Pecado opõe-se impiedosamente aos discípulos de Jesus Cristo (Jo 15.18,19). Ele sabe como usar o sistema mundano contra a Igreja. Mas, consolemo-nos, pois o que está em nós é mais poderoso que o Maligno (1Jo 4.4). Não temamos, pois, o que nos pode matar o corpo, mas nada pode fazer quanto à nossa alma (Mt 10.28).</p><p><strong>III. A DESTRUIÇÃO DO HOMEM DO PECADO</strong></p><p>Vejamos, agora, a ascensão, o auge e a ruína do Homem do Pecado. Ao contrário do Reino de Jesus Cristo, o império de Satanás não é eterno, mas temporal e efêmero.</p><p><strong>1. A ascensão de seu império.</strong> </p><p>Tão logo a Igreja seja arrebatada, Deus permitirá que Satanás, através de seus dois escolhidos — a Besta e o Falso Profeta —, reine absolutamente por três anos e meio (Ap 13.5). O primeiro será um agente político, e o segundo um delegado religioso.</p><p><strong>2. O auge de seu império.</strong> </p><p>O Homem do Pecado, no auge de seu poder, dominará tanto a economia quanto a religiosidade humana, agrupando todas as coisas sob o seu comando (Ap 13.7,8,16-18). O seu governo, a princípio, será aceito por todos sem qualquer contestação (Ap 13.4).</p><p><strong>3. A ruína de seu império.</strong> </p><p>Passados os três primeiros anos e meio de seu governo, o Anticristo começará a experimentar a ira do Cordeiro de Deus. Sua ruína ocorrerá no auge de sua administração (1Ts 5.3). E, depois que todas as pragas se abaterem sobre o seu reino, será ele, juntamente com o Falso Profeta, lançado no lago de fogo, para onde será jogado também, após o Milênio, o arqui-inimigo de Deus — Satanás (Ap 19.20; 20.10).</p><p><strong><strong>CONCLUSÃO</strong></strong></p><p>O Homem do Pecado será o ser humano mais iníquo, mau e blasfemo de todos os tempos. Em termos de maldade, quer essencial, quer formal, será ele superado apenas por Satanás. Aparelhado pelo Diabo, há de se levantar contra a criação e contra o próprio Criador.</p><p>No entanto, ele não irá adiante, pois o Senhor Jesus Cristo o destruirá com o sopro de sua boca (2Ts 2.8). Ninguém pode resistir ao Cordeiro de Deus, porque Ele é o Leão da Tribo de Judá — o Rei dos reis e Senhor dos Senhores. Glória a Jesus!</p><h6 id="para-refletir">PARA REFLETIR</h6><p><strong>A respeito de “O Homem do Pecado”, responda:</strong></p><p><strong>Quem é o Homem do Pecado?</strong></p><p><strong>Que nomes o Homem do Pecado recebe?</strong></p><p><strong>Por que o Homem do Pecado é chamado de Anticristo?</strong></p><p><strong>Qual é a missão do Homem do Pecado?</strong></p><p><strong>Qual é o destino final do Homem do Pecado?</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 10: Só o Evangelho muda a Cultura Humana]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-10---Rac-a-Humana---So--o-Evangelho-Muda-a-cultura-humana-2.png" class="kg-image"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><p><strong> 1 Tessalonicenses 1:9 </strong>“<em>Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>Em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-10-so-o-evangelho-muda-a-cultura-humana/</link><guid isPermaLink="false">5e603e14c8d7fd003824afdb</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 01 Mar 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-10---Rac-a-Humana---So--o-Evangelho-Muda-a-cultura-humana.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-10---Rac-a-Humana---So--o-Evangelho-Muda-a-cultura-humana-2.png" class="kg-image" alt="Lição 10: Só o Evangelho muda a Cultura Humana"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/03/Licao-10---Rac-a-Humana---So--o-Evangelho-Muda-a-cultura-humana.png" alt="Lição 10: Só o Evangelho muda a Cultura Humana"><p><strong> 1 Tessalonicenses 1:9 </strong>“<em>Porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>Em consequência do pecado, não há culturas inocentes nem inofensivas, mas todas elas podem ser transformadas pelo Evangelho de Cristo.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Lv 18.30: </strong>Costumes antigos</p><p><strong>Terça — Lv 20.23: </strong>Os costumes de Canaã</p><p><strong>Quarta — 2Rs 17.34: </strong>Costumes ofensivos a Deus</p><p><strong>Quinta — Jr 10.3: </strong>Os costumes dos povos</p><p><strong>Sexta — At 13.18: </strong>Os maus costumes de Israel</p><p><strong>Sábado — 1Co 15.33: </strong>Os bons costumes</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>1 Tessalonicenses 1:1-10</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>Paulo, e Silvano, e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus, o Pai, e no Senhor Jesus Cristo: graça e paz tenhais de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo.</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>Sempre damos graças a Deus por vós todos, fazendo menção de vós em nossas orações,</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>lembrando-nos, sem cessar, da obra da vossa fé, do trabalho do amor e da paciência da esperança em nosso Senhor Jesus Cristo, diante de nosso Deus e Pai,</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>sabendo, amados irmãos, que a vossa eleição é de Deus;</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>porque o nosso evangelho não foi a vós somente em palavras, mas também em poder, e no Espírito Santo, e em muita certeza, como bem sabeis quais fomos entre vós, por amor de vós.</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>E vós fostes feitos nossos imitadores e do Senhor, recebendo a palavra em muita tribulação, com gozo do Espírito Santo,</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>de maneira que fostes exemplo para todos os fiéis na Macedônia e Acaia.</em></p><p><strong>8 —</strong> <em>Porque por vós soou a palavra do Senhor, não somente na Macedônia e Acaia, mas também em todos os lugares a vossa fé para com Deus se espalhou, de tal maneira que já dela não temos necessidade de falar coisa alguma;</em></p><p><strong>9 —</strong> <em>porque eles mesmos anunciam de nós qual a entrada que tivemos para convosco, e como dos ídolos vos convertestes a Deus, para servir ao Deus vivo e verdadeiro</em></p><p><strong>10 —</strong> <em>e esperar dos céus a seu Filho, a quem ressuscitou dos mortos, a saber, Jesus, que nos livra da ira futura.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Na lição de hoje, estudaremos a cultura humana através do prisma da Bíblia Sagrada. Nosso intento é mostrar que nenhuma cultura pode ser tida como neutra, ou inofensiva, porque todas elas acham-se contaminadas pelo pecado de Adão. Em seguida, veremos que a cultura humana tornou-se o abrigo natural do homicídio, do sexo depravado, da usura e da rebelião contra Deus. Mas a boa notícia é que o Evangelho de Cristo pode transformar qualquer cultura. Quanto a nós, Igreja de Cristo, não nos conformemos com este mundo que jaz no Maligno, como fez Israel e Judá. Por aceitar todas as impurezas das culturas vizinhas e longínquas, ambos os reinos foram destruídos. Mantenhamos nossas propriedades como povo de Deus. Os irmãos de Tessalônica são um exemplo para todos nós por terem colocado em prática a sua fé no Senhor, testemunhando de Cristo em diversos lugares.</p><p><strong>I. O QUE É A CULTURA</strong></p><p>De acordo com a Bíblia Sagrada, o ser humano foi criado para fazer e produzir cultura, a partir da criação divina. Neste tópico, veremos, ainda, a cultura dos gentios e a cultura do povo de Deus.</p><p><strong>1. Definição de cultura.</strong> </p><p>No princípio, a cultura tinha a ver apenas com o cultivo da terra, visando a produção de alimentos (Gn 4.2). Depois, passou a ser considerada como a soma de todas as realizações humanas: espirituais, intelectuais, materiais etc. Semelhante tarefa foi considerada enfadonha por Salomão (Ec 1.1-13). A cultura pode ser definida também pela maneira como uma nação encara as demandas e reivindicações divinas (Lv 20.23).</p><p><strong>2. A cultura dos gentios.</strong> </p><p>Por haverem perdido o verdadeiro conhecimento de Deus, que lhes havia transmitido o patriarca Noé, logo após o Dilúvio, os seres humanos passaram a adorar a criatura em lugar do Criador (Rm 1.18-25). E, a partir daí, puseram-se a imaginar coisas vãs e soberbas (Gn 11.6; Sl 2.1). Hoje, a antropologia cultural vê, como meros fenômenos sociológicos e culturais, a prostituição, o homicídio, a corrupção e até mesmo o infanticídio (2Rs 23.7; Lv 20.1-5; Ed 9.11).</p><p><strong>3. A cultura do povo de Deus.</strong> </p><p>A visão do povo de Deus, quanto à cultura, tem como fundamento a Bíblia Sagrada, a inspirada, inerrante e completa Palavra de Deus (2Tm 3.16,17). Por essa razão, tudo quanto fazemos tem como base esta proposição: a Terra é do Senhor (Sl 24.1). Haja vista os filhos de Israel. Eles consagravam ao Senhor até mesmo suas colheitas (Lv 23.10). Portanto, tudo quanto fizermos tem de ser aferido por este mandamento apostólico: “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1Co 10.31).</p><p><strong>II. UMA CULTURA DOMINADA PELA INIQUIDADE</strong></p><p>O homem foi posto no Éden, para lavrar a terra e fazer cultura, a partir da criação divina (Gn 1.26; 2.5). Mas, devido ao pecado, toda a cultura humana pôs-se contra Deus.</p><p><strong>1. A cultura original.</strong> </p><p>Se a Terra é do Senhor, todos deveriam saber que, neste mundo, não passamos de servos de Deus (Sl 24.1). Logo, tudo quanto produzimos deveria ser um reflexo da glória do Criador. Se não tivéssemos caído em pecado, nossa cultura seria uma extensão da divina. Mas, por causa da Queda, a humanidade passou a trabalhar contra Deus (Ec 7.29).</p><p><strong>2. A cultura do homicídio.</strong> </p><p>Como resultado da apostasia de Adão, o homicídio é rapidamente incorporado à cultura humana. Haja vista que Lameque, para celebrar a morte de dois homens, escreveu um poema (Gn 4.23). Os heróis daquele tempo eram os vilões que se davam à opressão e à matança (Gn 6.4,11). Hoje, vemos aqueles dias replicarem-se em todos os segmentos sociais; a cultura da morte não mudou. O que dizer do aborto, da eutanásia e da cruel indiferença ao próximo?</p><p><strong>3. A cultura do erotismo.</strong> </p><p>O erotismo também impregnou rapidamente a cultura humana; o casamento foi logo banalizado (Mt 24.37-39). A fraqueza moral, iniciada pelo homicida Lameque, fez-se cultura (Gn 4.23). A promiscuidade precisou apenas de um exemplo, a fim de espalhar-se. Que Deus tenha misericórdia de nossa geração.</p><p><strong>4. A cultura do consumo irrefreado.</strong> </p><p>A cultura do mundo pré-diluviano, quanto ao consumo desenfreado, em nada diferia da nossa. Naquele tempo, as pessoas, já tomadas pela apostasia, não faziam outra coisa senão comer e beber (Mt 24.37,38). Hoje, gasta-se exageradamente naquilo que não satisfaz; é o consumo pelo consumo (Is 55.2). Eis o resultado de toda essa gastança: famílias endividadas e muita gente à beira da miséria. Sejamos próvidos e não pródigos.</p><p><strong>III. O EVANGELHO TRANSFORMA A CULTURA</strong></p><p>Agora, precisamos responder a esta pergunta: “É possível transformar uma cultura dominada pela iniquidade?”.</p><p><strong>1. Jesus nasceu num contexto cultural.</strong> </p><p>Nenhum homem é capaz de viver à parte de uma cultura; somos seres culturais. Aliás, o próprio Filho de Deus, quando de sua encarnação, foi acolhido numa sociedade dominada por três grandes culturas — a judaica, a grega e a romana (Jo 19.20). Todavia, a sua mensagem transformou milhões de pessoas oriundas de todas as culturas do mundo, conduzindo-as a viver num só corpo (Rm 10.12).</p><p><strong>2. O Evangelho transforma a cultura.</strong> </p><p>Conquanto não nos seja possível converter toda uma sociedade, podemos influenciá-la com a mensagem do Evangelho. Haja vista o que aconteceu em Éfeso, durante a terceira viagem missionária de Paulo, quando praticantes de artes mágicas queimaram seus livros em público (At 19.19). Se quisermos, de fato, transformar o nosso país, devemos evangelizá-lo de acordo com o modelo de Atos dos Apóstolos (At 1.8).</p><p><strong>3. Os crentes de Corinto, um exemplo da influência do Evangelho.</strong> </p><p>Corinto era uma das cidades mais promíscuas no período do Novo Testamento. Não obstante, Paulo, ao levar-lhe o Evangelho, resgatou preciosas almas aprisionadas a um contexto moralmente doentio (1Co 6.9-11). Apesar de seus graves problemas, a igreja coríntia detinha todos os dons espirituais (1Co 1.7). O mais importante, porém, é que os seus membros, dantes escravizados por Satanás, eram agora chamados de santos em Jesus Cristo (1Co 1.1,2).</p><p>CONCLUSÃO</p><p>A cultura atual em nada difere da pré-diluviana. No entanto, podemos influenciá-la através da pregação do Evangelho de Cristo. Se levarmos a sério a promessa de Atos 1.8, viremos não apenas a influenciá-la, mas igualmente transformá-la. Afinal, somos o sal da terra e a luz do mundo. Somente a Igreja de Cristo reúne essas propriedades tão raras para abalar as estruturas deste mundo que jaz no Maligno. Sejamos santos. Evangelizemos e façamos missões! É a ordem de Cristo. Nós podemos transformar a cultura da sociedade atual, como fez o apóstolo Paulo em Tessalônica.</p><p>PARA REFLETIR</p><p>A respeito de “Só o Evangelho Muda a Cultura Humana”, responda:</p><p>De acordo com a lição, o que é cultura?</p><p>Como era caracterizada a cultura pré-diluviana?</p><p>Em que contexto cultural Jesus nasceu?</p><p>De que forma o Evangelho influenciou a cultura gentia?</p><p>Como podemos transformar a nossa cultura?</p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p><p></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 9: O primeiro projeto de Globalismo]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-9---Rac-a-Humana---O-Primeiro-Projeto-de-globalismo.png" class="kg-image"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><p>Genesis 11:9 “<em>Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>O globalismo afronta os propósitos de Deus quanto ao povoamento e</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-9-o-primeiro-projeto-de-globalismo/</link><guid isPermaLink="false">5e56f0e83b2d1e00385a3f46</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 23 Feb 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-9---Rac-a-Humana---O-Primeiro-Projeto-de-globalismo-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-9---Rac-a-Humana---O-Primeiro-Projeto-de-globalismo.png" class="kg-image" alt="Lição 9: O primeiro projeto de Globalismo"></figure><h6 id="texto-ureo">TEXTO ÁUREO</h6><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-9---Rac-a-Humana---O-Primeiro-Projeto-de-globalismo-1.png" alt="Lição 9: O primeiro projeto de Globalismo"><p>Genesis 11:9 “<em>Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra e dali os espalhou o Senhor sobre a face de toda a terra</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>O globalismo afronta os propósitos de Deus quanto ao povoamento e ao governo da Terra.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Gn 9.1-7: </strong>A multiplicação da família de Noé</p><p><strong>Terça — Gn 9.22: </strong>A apostasia de Cam</p><p><strong>Quarta — Gn 9.29: </strong>A morte de Noé</p><p><strong>Quinta — Gn 10.8-9: </strong>A ascensão de Ninrode</p><p><strong>Sexta — Gn 11.1-10: </strong>A tentativa de unificação global</p><p><strong>Sábado — Gn 12.1-2 : </strong>A chamada de Abraão</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>Gênesis 11:1-9</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>E era toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>E aconteceu que, partindo eles do Oriente, acharam um vale na terra de Sinar; e habitaram ali.</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>E disseram uns aos outros: Eia, façamos tijolos e queimemo-los bem. E foi-lhes o tijolo por pedra, e o betume, por cal.</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>E disseram: Eia, edifiquemos nós uma cidade e uma torre cujo cume toque nos céus e façamo-nos um nome, para que não sejamos espalhados sobre a face de toda a terra.</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>Então, desceu o SENHOR para ver a cidade e a torre que os filhos dos homens edificavam;</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>e o SENHOR disse: Eis que o povo é um, e todos têm uma mesma língua; e isto é o que começam a fazer; e, agora, não haverá restrição para tudo o que eles intentarem fazer.</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>Eia, desçamos e confundamos ali a sua língua, para que não entenda um a língua do outro.</em></p><p><strong>8 —</strong> <em>Assim, o SENHOR os espalhou dali sobre a face de toda a terra; e cessaram de edificar a cidade.</em></p><p><strong>9 —</strong> <em>Por isso, se chamou o seu nome Babel, porquanto ali confundiu o SENHOR a língua de toda a terra e dali os espalhou o SENHOR sobre a face de toda a terra.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Hoje, estudaremos a primeira iniciativa de se globalizar a Terra. Essa apostasia teve lugar em Sinear, na Mesopotâmia. Ali, homens ímpios e dissolutos incitaram a descendência de Noé a aglomerar-se num só lugar, sob um único governante. Foi assim que nasceu o globalismo: uma doutrina contrária ao propósito divino quanto à povoação e ao governo da Terra. Em seguida, veremos como se deu a intervenção do Senhor naquele projeto insano. Num único ato, Deus confundiu a língua dos filhos de Noé, e os espalhou pelos mais remotos continentes e ilhas. Finalmente, constataremos como o Senhor deu início à linhagem piedosa de Israel, chamando o patriarca Abraão a viver pela fé. Que Deus nos ajude a compreender mais esta lição extraída de sua maravilhosa e insondável Palavra. Seja-lhe tributada toda a glória. Amém!</p><p><strong>I. A SEGUNDA CIVILIZAÇÃO HUMANA</strong></p><p>Neste tópico, veremos que, após o Dilúvio, o Senhor firmou uma nova aliança com Noé. E, assim, o patriarca deu início à segunda civilização humana. Todavia, o seu filho mais novo, rebelando-se, inaugurou outro período de decadência e menosprezo em relação aos mandamentos divinos.</p><p><strong>1. A apostasia de Cam e de Canaã.</strong> </p><p>O episódio da vinha de Noé acabou por revelar a irreverência de Cam, o seu filho caçula, e a maldade de seu neto, Canaã (Gn 9.20-29). Tinha início, ali, uma apostasia que, se não fosse a interferência divina, comprometeria a ordem de povoar a Terra. Assim como a cultura caimita induzira os filhos de Sete ao pecado, o modo de vida de Cam e de seu filho, Canaã, pôs-se a influenciar a descendência de Sem e de Jafé ao pecado e à iniquidade (1Co 15.33).</p><p><strong>2. O enfraquecimento da doutrina de Noé.</strong> </p><p>Com a multiplicação de seus filhos, Noé começa a perder o controle espiritual e moral sobre estes; sua doutrina já não era seguida como antes. Haja vista que. Cam, seu filho, viu a nudez de seu pai, e propagou-a a seus dois irmãos, um desrespeito à dignidade de Noé (Gn 9.20-24). Sim, faltou muito pouco para que esta nova civilização tivesse o mesmo destino da anterior. Além do mais, Noé não estaria para sempre com os seus descendentes, a fim de refrear-lhes os excessos e desatinos (Gn 9.29).</p><p><strong>3. O descaso para com o mandamento divino.</strong> </p><p>Apesar de sua prodigiosa multiplicação, os filhos de Noé ignoraram a ordem divina quanto à povoação da Terra (Gn 9.7). Ao invés de se espalharem, aglomeraram-se desobedientemente num só lugar.\</p><p><strong>II. O GLOBALISMO DE BABEL</strong></p><p>Naquele estágio, a civilização iniciada por Noé dispunha de todos os fatores, para criar uma sociedade ímpia e globalista: uma só língua, um só povo e uma só cultura. Levemos em conta, igualmente, a ascensão de Ninrode e a tecnologia já acumulada para se construir a cidade e a torre de Babel.</p><p><strong>1. Uma só língua e um só povo.</strong> </p><p>Até aquele momento, como já vimos, a humanidade falava um só idioma e constituía-se num único povo (Gn 11.1). Pelo que inferimos do texto sagrado, não havia sequer dialetos ou sotaques; a unidade linguística era absoluta. Aliás, o mesmo se pode dizer de sua cultura. O problema não era a unidade, mas a unificação que se estava formando. Certamente, o Anticristo se aproveitará de uma situação semelhante, a fim de implantar o seu reino logo após o arrebatamento da Igreja (Ap 13.6-8). A ordem de Jesus é que o Evangelho não se concentre em Jerusalém, mas que alcance os confins da Terra (At 1.8).</p><p><strong>2. A construção de Babel.</strong> </p><p>Os filhos de Noé não eram ignorantes nem careciam de tecnologia, pois haviam sido capazes de executar o projeto da arca (Gn 6.14-16). E, de tal forma a construíram, que o grande barco resistiu aos ímpetos do Dilúvio. Por conseguinte, a construção de uma cidade, em cujo epicentro havia um arranha-céu, era apenas uma questão de tempo.</p><p><strong>III. A INTERVENÇÃO DE DEUS EM BABEL</strong></p><p>Para salvar a humanidade de si mesma, Deus interveio, confundindo-lhe a língua. Em seguida, dispersou os descendentes de Noé, para que povoassem as mais distantes ilhas e continentes. Em seguida, o Senhor chamou Abraão para ser o pai, na fé, de todas as famílias da Terra.</p><p><strong>1. A confusão das línguas.</strong> </p><p>Visando colocar um ponto final naquele projeto, o Senhor Deus desce à Terra, e, ali, em Sinear, confunde a língua daquela civilização (Gn 11.5-7). Desentendendo-se, os filhos de Noé reagrupam-se de acordo com sua nova realidade linguística, e espalham-se por toda a terra. A rebelião daqueles homens fora realmente grande. Mas como Deus havia prometido não mais destruir a humanidade (Gn 9.11), decide espalhá-la para que os homens, separados uns dos outros, tivessem mais oportunidade de sobreviver numa terra contaminada pela apostasia.</p><p><strong>2. O efetivo povoamento da Terra.</strong> </p><p>Sabemos que Deus forçou os descendentes de Noé aos confins do mundo (Gn 11.9). Caso isso não tivesse acontecido, aquela geração teria o mesmo destino dos pré-diluvianos. Assim como aquela geração chegou aos confins do mundo, o Senhor Jesus ordena-nos a levar o Evangelho até que todos os povos e nações venham a ouvir as Boas Novas (Mt 28.18-20). Quando isso acontecer, então virá o fim (Mt 24.14).</p><p><strong>3. A eleição de Sem.</strong> </p><p>A história de Abraão começa logo após a dispersão de Babel (Gn 11.26-30). Com a eleição de Sem, delineia-se mais claramente o período messiânico, que haveria de culminar em Jesus Cristo, o Filho de Deus (Gn 9.26; Lc 3.23-38). Em sua infinita sabedoria, fez o Senhor duas coisas por ocasião da torre de Babel: dispersou os filhos de Noé e, em seguida, chamou Abraão, para dar continuidade à linhagem messiânica, da qual sairia Jesus, o Cristo, Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.</p><p><strong><strong>CONCLUSÃO</strong></strong></p><p>A fim de preservar a sua obra, o Senhor Deus promulgou duas ordenanças quanto à sua criação. Em primeiro lugar, a povoação de toda a Terra (Gn 9.7). E, por último, a Grande Comissão, através de Jesus Cristo: “É-me dado todo o poder no céu e na terra. Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!” (Mt 28.18-20). Contra o globalismo, cuja missão é submeter o mundo aos caprichos de Satanás, só mesmo a obediência aos termos da Grande Comissão. Evangelização e missões, já. Maranata, ora vem, Senhor Jesus.</p><h6 id="para-refletir">PARA REFLETIR</h6><p><strong>A respeito de “O Primeiro Projeto de Globalismo”, responda:</strong></p><p><strong>O que foi a segunda civilização?</strong></p><p><strong>Em que consistiu a apostasia de Cam?</strong></p><p><strong>Quem foi Ninrode?</strong></p><p><strong>O que Deus fez para a salvar a humanidade de si mesma?</strong></p><p><strong>Para que Deus chamou Abraão?</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 8: O início da Civilização Humana]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-8---Rac-a-Humana---O-inicio-da-civilizac-a-o-humana.png" class="kg-image"></figure><p>Gênesis 4:17  “<em>E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque; e ele edificou uma cidade e chamou o nome da cidade pelo nome de seu filho Enoque</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>Uma das missões do ser humano é povoar a Terra, dominar os segredos da criação</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-8-o-inicio-da-civilizacao-humana/</link><guid isPermaLink="false">5e4f144e3b2d1e00385a3ee9</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 16 Feb 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-8---Rac-a-Humana---O-inicio-da-civilizac-a-o-humana-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-8---Rac-a-Humana---O-inicio-da-civilizac-a-o-humana.png" class="kg-image" alt="Lição 8: O início da Civilização Humana"></figure><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-8---Rac-a-Humana---O-inicio-da-civilizac-a-o-humana-1.png" alt="Lição 8: O início da Civilização Humana"><p>Gênesis 4:17  “<em>E conheceu Caim a sua mulher, e ela concebeu e teve a Enoque; e ele edificou uma cidade e chamou o nome da cidade pelo nome de seu filho Enoque</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>Uma das missões do ser humano é povoar a Terra, dominar os segredos da criação divina e fundar uma sociedade que venha a glorificar o nome de Deus.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Gn 4.1-2: </strong>O início da civilização</p><p><strong>Terça — Gn 4.3-8: </strong>O primeiro conflito civilizacional</p><p><strong>Quarta — Gn 4.9-15:</strong>Deus intervém na civilização</p><p><strong>Quinta — Gn 4.16-17: </strong>A formação da primeira cidade</p><p><strong>Sexta — Gn 4.19-24: </strong>Iniquidade e civilização</p><p><strong>Sábado — Dt 28.1-6: </strong>A bênção na civilização</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>Gênesis 4:1-16</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>E conheceu Adão a Eva, sua mulher, e ela concebeu, e teve a Caim, e disse: Alcancei do SENHOR um varão.</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>E teve mais a seu irmão Abel; e Abel foi pastor de ovelhas, e Caim foi lavrador da terra.</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>E aconteceu, ao cabo de dias, que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao SENHOR.</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas e da sua gordura; e atentou o SENHOR para Abel e para a sua oferta.</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>Mas para Caim e para a sua oferta não atentou. E irou-se Caim fortemente, e descaiu-lhe o seu semblante.</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>E o SENHOR disse a Caim: Por que te iraste? E por que descaiu o teu semblante?</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>Se bem fizeres, não haverá aceitação para ti? E, se não fizeres bem, o pecado jaz à porta, e para ti será o seu desejo, e sobre ele dominarás.</em></p><p><strong>8 —</strong> <em>E falou Caim com o seu irmão Abel; e sucedeu que, estando eles no campo, se levantou Caim contra o seu irmão Abel e o matou.</em></p><p><strong>9 —</strong> <em>E disse o SENHOR a Caim: Onde está Abel, teu irmão? E ele disse: Não sei; sou eu guardador do meu irmão?</em></p><p><strong>10 —</strong> <em>E disse Deus: Que fizeste? A voz do sangue do teu irmão clama a mim desde a terra.</em></p><p><strong>11 —</strong> <em>E agora maldito és tu desde a terra, que abriu a sua boca para receber da tua mão o sangue do teu irmão.</em></p><p><strong>12 —</strong> <em>Quando lavrares a terra, não te dará mais a sua força; fugitivo e errante serás na terra.</em></p><p><strong>13 —</strong> <em>Então, disse Caim ao SENHOR: É maior a minha maldade que a que possa ser perdoada.</em></p><p><strong>14 —</strong> <em>Eis que hoje me lanças da face da terra, e da tua face me esconderei; e serei fugitivo e errante na terra, e será que todo aquele que me achar me matará.</em></p><p><strong>15 —</strong> <em>O SENHOR, porém, disse-lhe: Portanto, qualquer que matar a Caim sete vezes será castigado. E pôs o SENHOR um sinal em Caim, para que não o ferisse qualquer que o achasse.</em></p><p><strong>16 —</strong> <em>E saiu Caim de diante da face do SENHOR e habitou na terra de Node, da banda do oriente do Éden.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Nesta lição, estudaremos a origem da civilização humana. E, para tanto, focaremos o capítulo quatro de Gênesis, pois é justamente, aí, que encontramos a primeira cidade construída pelo homem. Em seguida, veremos por que a civilização é marcada por tantos conflitos, dissoluções e violência. Apesar de tudo, Deus jamais deixou de intervir nos negócios humanos: além de Criador, Ele é o Senhor de todas as coisas. Concluindo a nossa aula, mostraremos que somente o Evangelho de Cristo pode redimir a civilização atual.</p><p><strong>I. A ORIGEM DA CIVILIZAÇÃO HUMANA</strong></p><p>Neste tópico, definiremos a civilização humana, realçaremos o casamento como a base da civilização e mostraremos o trabalho como o meio de sua subsistência. A civilização é um projeto de Deus.</p><p><strong>1. Definindo a civilização.</strong> </p><p>Segundo o <em>Dicionário Houaiss</em>, civilização é o conjunto de aspectos peculiares à vida intelectual, artística, moral e material de uma época, de uma região, de um país ou de uma sociedade. Foi o que Adão e seus descendentes demonstraram logo após a Queda (Gn cap. 4). Se Adão não tivesse pecado, haveria civilização? Sim, pois nessa hipótese, o processo civilizacional seria muito mais brilhante e proveitoso, porque o homem cumpriria, plenamente, a vontade de Deus quanto ao desenvolvimento de nosso planeta (Gn 1.26).</p><p><strong>2. O casamento como base da civilização.</strong> </p><p>A civilização humana teve início quando Adão recebeu Eva como esposa (Gn 2.18-25). A partir daí, não somente a família, mas a nação, o povo e o Estado tornaram-se possíveis (Gn caps. 5 e 10). Portanto, sem o casamento, cujo real modelo encontramos na Bíblia Sagrada, a civilização humana seria impossível. Aliás, até a própria Igreja de Cristo, apresentada como a sociedade perfeita, tem, no casamento bíblico, a sua base espiritual, moral e emocional (Ef 5.22-30).</p><p><strong>3. A subsistência da civilização.</strong></p><p>A Bíblia Sagrada apresenta o trabalho não como um fim em si mesmo, mas como um meio à subsistência humana (Sl 128.2; 2Ts 3.10). Quer o homem tivesse pecado, quer não, não poderia escapar ao trabalho, pois o próprio Deus é apresentado por Jesus como um exemplo nessa área (Gn 2.1-3; Jo 5.17). Além disso, Deus criou Adão para governar o mundo, uma atividade que requer atenção e esforço concentrado (Gn 1.26-28). Após a queda, o trabalho humano tornou-se um enfado, devido à enfermidade do planeta (Gn 3.19; Jo 5.7; Rm 8.19-22).</p><p><strong>II. CIVILIZAÇÃO E CONFLITO</strong></p><p>Observemos, agora, como a inveja, o homicídio, a poligamia e a desordem social marcaram a civilização humana desde o início.</p><p><strong>1. Caim e Abel.</strong> </p><p>Os primeiros filhos de Adão dedicaram-se à subsistência básica da civilização humana: a agricultura e a pecuária. Caim fez-se lavrador enquanto Abel, seu irmão, dedicou-se ao pastoreio (Gn 4.2). Sem ambas as atividades, a civilização torna-se inviável (Ec 5.9; 2Cr 26.10). Foi na convergência de ambas as atividades, que Caim, o agricultor, movido por uma inveja maligna, matou Abel, o pecuarista temente a Deus (Gn 4.8).</p><p><strong>2. A cidade de Lameque.</strong> </p><p>Enoque (não confundir com o piedoso ancestral de Noé) foi o nome da primeira cidade fundada na terra. Estabelecida por Caim, logo após este haver assassinado Abel, a cidade de Enoque foi marcada pela violência e pela banalidade quanto à vida humana. Tanto é que Lameque, um dos netos de Caim, matou dois homens por motivos fúteis e, em seguida, celebrou o seu duplo homicídio com uma poesia (Gn 4.23,24). Desde então, a violência vem sendo celebrada em poemas, crônicas, romances e filmes. Mas virá o tempo em que os homens não mais aprenderão a se matarem (Is 2.4).</p><p><strong>3. A tecnologia.</strong> </p><p>Paralelamente à sua iniquidade, a civilização caimita, instalada na cidade de Enoque, experimentou grande progresso tecnológico, econômico e artístico. Havia, ali, fabricantes de tendas, criadores de gado, metalúrgicos e músicos (Gn 4.20-22). Do texto bíblico, inferimos que havia mais progresso entre os filhos de Caim do que entre os de Sete. Por esse motivo, estes, seduzidos pela civilização daqueles, vieram a afastar-se Deus (Gn 6.1-3). A partir daí, a iniquidade alastrou-se de tal forma na terra, que o Senhor Deus decretou o juízo de toda aquela civilização.</p><p><strong>III. O DEUS QUE INTERVÉM NA CIVILIZAÇÃO</strong></p><p>Criador e Senhor de todas as coisas, Deus tem direito de intervir tanto na biografia de cada um de nós, quanto na vida das nações e na própria civilização. Veremos, finalmente, que o Senhor Jesus é a única esperança à civilização humana.</p><p><strong>1. A intervenção na biografia de cada homem.</strong> </p><p>Deus interveio diretamente, por exemplo, nas biografias de Adão, Caim e Enoque (Gn 3.9; 4.6; 5.24). Ele assim o faz, não apenas para disciplinar e punir, como também para recompensar aos seus servos (Hb 11.6). Indiretamente, o Todo-Poderoso intervém através das autoridades por Ele constituídas (Gn 9.6; Rm 13.1-14). Deus não se limitou a criar o Universo, nem nos abandonou após nos haver formado. Ele continua a observar atenta, justa e amorosamente todas as coisas (Gn 11.5; Sl 50.21; Pv 15.3). E, sempre que necessário, intervém. Se o Senhor não agisse assim, a civilização humana, como a conhecemos, não mais existiria.</p><p><strong>2. A intervenção na história da civilização.</strong> </p><p>No período da História Sagrada, abrangendo o Antigo e o Novo Testamento, Deus interveio diretamente na civilização por ocasião do Dilúvio e da Torre de Babel (Gn 6.7; 11.5). E, desde então, vem o Senhor intervindo, na História, por intermédio de reinos e impérios, a fim de impor a sua vontade soberana aos rebeldes e apóstatas (Jr 21.7; Is 45.1,13). Vê-se, pois, que a intervenção divina na civilização jamais foi interrompida. De Adão aos nossos dias, o Senhor sempre interveio na história humana. Doutra forma, a humanidade seria inviabilizada.</p><p><strong>3. Jesus Cristo, a única esperança para a civilização humana.</strong> </p><p>Às vezes somos levados a pensar que o Senhor Jesus veio a este mundo apenas para salvar indivíduos. Todavia, o amor de Deus não se limita às biografias, porque Ele, amando o mundo de tal maneira, enviou o seu Unigênito para salvar a todos, inclusive a civilização e a História (Jo 3.16). Na Grande Comissão, somos instados a evangelizar até aos confins da Terra, pois o Evangelho de Cristo redime tanto pessoas como povos e civilizações (Mt 28.18-20). Chegará o dia em que toda a Terra encher-se-á do conhecimento do Senhor (Is 11.2).</p><p><strong><strong>CONCLUSÃO</strong></strong></p><p>A única esperança para a civilização humana é o Evangelho de Cristo. Por essa razão, proclamemos a Palavra de Deus a tempo e a fora de tempo, para que não venhamos a ser destruídos. Além do mais, o Senhor Jesus constrange-nos a salgar e a iluminar a nossa geração através de um testemunho eficaz: somente a Igreja de Cristo tem as propriedades do sal e da luz. Que o nome de Cristo seja exaltado.</p><h6 id="para-refletir">PARA REFLETIR</h6><p><strong>A respeito de “O Início da Civilização Humana”, responda:</strong></p><p><strong>O que é a civilização?</strong></p><p><strong>Qual é a base da civilização?</strong></p><p><strong>Quais as características da civilização de Caim?</strong></p><p><strong>Deus ainda intervém? Discorra sobre isso.</strong></p><p><strong>Dê um exemplo de intervenção direta de Deus.</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 7: A queda do ser humano]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-7---Rac-a-Humana---A-Queda-do-ser-humano-1.png" class="kg-image"></figure><p>Romanos 5:12 “<em>Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica"><strong>VERDADE</strong> PRÁTICA</h6><p>Ao pecar contra Deus, o homem perdeu o completo domínio sobre a criação e tornou-se</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-7-a-queda-do-ser-humano/</link><guid isPermaLink="false">5e4483648b0d750038aaee4f</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 09 Feb 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-7---Rac-a-Humana---A-Queda-do-ser-humano.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-7---Rac-a-Humana---A-Queda-do-ser-humano-1.png" class="kg-image" alt="Lição 7: A queda do ser humano"></figure><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-7---Rac-a-Humana---A-Queda-do-ser-humano.png" alt="Lição 7: A queda do ser humano"><p>Romanos 5:12 “<em>Pelo que, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, por isso que todos pecaram</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica"><strong>VERDADE</strong> PRÁTICA</h6><p>Ao pecar contra Deus, o homem perdeu o completo domínio sobre a criação e tornou-se vulnerável à morte; em Cristo, porém, temos o Reino e a vida eterna.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Gn 3: </strong>A história da queda</p><p><strong>Terça — 2Co 11.3: </strong>A estratégia de Satanás</p><p><strong>Quarta — 1Tm 2.14: </strong>Eva é enganada por Satanás</p><p><strong>Quinta — Jo 8.44: </strong>O Diabo é o pai da mentira</p><p><strong>Sexta — Rm 5.12: </strong>Adão, o responsável pela queda</p><p><strong>Sábado — Rm 6.23: </strong>A consequência da queda</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>Gênesis 3:1-7</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>mas, do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais.</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>Então, a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>Porque Deus sabe que, no dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>E, vendo a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento, tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>Então, foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Estudaremos, hoje, o capítulo mais trágico da História: a queda do ser humano. No transcorrer da aula, mostraremos que a narrativa do pecado de Adão e Eva, longe de ser uma parábola, foi um evento real, cuja literalidade não pode ser questionada, pois acha-se referendada em toda a Bíblia. Inicialmente, examinaremos o livre-arbítrio e as suas implicações na experiência humana. Em seguida, averiguaremos a queda em si. E, depois, focaremos as consequências da rebelião adâmica. Trata-se, pois, de uma temática imprescindível ao estudo da doutrina do homem, conforme a encontramos na Bíblia Sagrada. Que o Espírito Santo nos ilumine a compreender esta aula.</p><p><strong>I. LIVRE-ARBÍTRIO DO SER HUMANO</strong></p><p>Neste tópico, definiremos o livre-arbítrio. Em seguida, veremos o seu relacionamento com a soberania divina, e, finalmente, trataremos da responsabilidade humana frente às ordenanças divinas.</p><p><strong>1. O livre-arbítrio.</strong> </p><p>É o dom que recebemos de Deus, através do qual podemos, desimpedidamente, escolher entre o bem e o mal (Dt 28.1; Js 24.15; 1Rs 18.21; Hb 4.7). Sem o livre-arbítrio, não seríamos o que hoje somos: seres autônomos, conscientes da própria existência e de nosso lugar no Universo criado por Deus.</p><p><strong>2. A soberania divina.</strong> </p><p>É o direito absoluto, irrestrito e inquestionável, que possui Deus sobre toda a sua criação (Êx 9.29; Dt 10.14; Sl 135.6). Portanto, o Senhor age como lhe aprouver. Em suas mãos, somos o barro; Ele, o soberano oleiro (Jr 18.6). Não nos cabe questionar a soberania do Todo-Poderoso (Rm 9.20). Ele é Deus e Senhor! Não devemos, por outro lado, ver a soberania divina como algo despótico e tirânico, porquanto todas as ações de Deus são fundamentadas em seu amor, justiça e sabedoria. O que Ele faz agora só viremos a compreender mais à frente (Jo 13.7). Descansemos, pois, na vontade divina (Sl 37.5).</p><p><strong>3. A responsabilidade humana.</strong> </p><p>Entre o livre-arbítrio e a soberania divina encontra-se a nossa responsabilidade (Jr 35.13). Não resta dúvida de que Deus permite-nos o direito de obedecer-lhe ou nãos aos mandamentos (Dt 11.13). Todavia, Ele nos chamará, um dia, a prestar contas quanto às nossas escolhas (Ec 11.9; 12.14). O Juízo Final não é ficção; é a realidade que aguarda a espécie humana na consumação de todas as coisas (Ap 20.11-15).</p><p><strong>II. A QUEDA, UM EVENTO HISTÓRICO E LITERAL</strong></p><p>A apostasia de Adão e Eva deu-se em consequência do conflito entre o livre-arbítrio humano e a soberania divina. Nesse episódio, houve a possibilidade da queda, a realidade da tentação e a historicidade da queda.</p><p><strong>1. A possibilidade da queda.</strong> </p><p>Em sua inquestionável soberania, Deus criou Adão e Eva livres, permitindo-lhes o direito de obedecê-lo ou não. Todavia, a ordem do Senhor, concernente à árvore da ciência do bem e do mal, era bastante clara (Gn 2.16,17). Se eles optassem por ignorá-la, teriam de arcar com as consequências de seu ato: a morte espiritual seguida da morte física.</p><p><strong>2. A realidade da tentação.</strong> </p><p>Ao ser tentada pela serpente, Eva deixou-se enganar pela velha e bem arquitetada mentira de Satanás — a possibilidade de o homem vir a ser um deus (Gn 3.1-6; 2Co 11.3). No instante seguinte, Adão e Eva pecaram contra Deus (1Tm 2.14). Tendo em vista a representatividade de Adão, foi ele responsabilizado pela entrada do pecado no mundo (Rm 5.12).</p><p><strong>3. A historicidade da queda.</strong> </p><p>A narrativa da queda do ser humano tem de ser acolhida de forma literal, pois o livro de Gênesis não é uma coleção de parábolas mitológicas, mas um relato histórico confiável (2Co 11.3; Rm 15.4). Tratemos, com temor e tremor, a Bíblia Sagrada — a inspirada, inerrante, infalível e completa Palavra de Deus.</p><p><strong>III. AS CONSEQUÊNCIAS DA QUEDA DE ADÃO</strong></p><p>Devido à sua rebelião contra o Senhor, a raça humana teve de arcar com pesados encargos: a consciência do pecado, a perda da comunhão com Deus, a transmissão do pecado às gerações subsequentes, a enfermidade da terra e, finalmente, a morte física.</p><p><strong>1. A consciência do pecado.</strong> </p><p>Ao tentar a mulher, a antiga serpente prometeu-lhe a onisciência divina, mas o que os nossos pais herdaram foi uma consciência pecaminosa geradora de obras mortas (Gn 3.1-6; Tt 1.15; Hb 9.14). O pecado leva-nos a perder o brilho do rosto e o vigor físico (Sl 31.10; Sl 32.3). Eis porque o homem precisa nascer da água e do Espírito (Jo 3.5).</p><p><strong>2. A perda da comunhão com Deus.</strong> </p><p>Em consequência de seu pecado, Adão e Eva foram expulsos da presença de Deus (Gn 3.23,24). De agora em diante, não poderiam mais viver no jardim do Éden, onde, diariamente, conversavam com o Senhor (Gn 3.8). Mas, apesar de haverem ofendido a Deus, continuaram a ser alvo de seu imenso, eterno e infinito amor (Jo 3.16). Desde a queda, o ser humano, para reatar a comunhão com Deus, tem de aproximar-se dele pela fé (Hb 11.6). Nesse retorno, não estamos sós. Jesus Cristo é o nosso medianeiro eficaz (Rm 5.1). Ele é o Verdadeiro Deus e o Verdadeiro Homem (1Tm 2.5).</p><p><strong>3. A transmissão do pecado à espécie humana.</strong> </p><p>Sendo Adão o pai de toda a raça humana, o seu pecado acabou por alcançar a todos os homens (Rm 3.23; 5.12). Aquilo que chamamos de “pecado original” contaminou universalmente a humanidade. Até mesmo o recém-nascido já traz consigo essa semente (Sl 51.5). Embora a criança, na fase da inocência, não tenha a experiência do pecado, a iniquidade adâmica acha-se impregnada em seu interior, prestes a ser despertada. Somente em Cristo podemos vencer tanto o pecado original como o experimental (1Jo 1.7). Muitas crianças são recolhidas por Deus, na fase de inocência, apesar da iniquidade dos pais (1Rs 14.13). Entre os que morreram sem a experiência do pecado acham-se os inocentes assassinados por Herodes (Mt 2.16).</p><p><strong>4. A enfermidade da Terra.</strong> </p><p>Por causa do pecado de Adão, até a própria Terra adoeceu. Expulso do Éden, Adão teria de trabalhar, com redobrado esforço, a fim de prover o seu sustento cotidiano (Gn 3.17). Desde então o nosso planeta vem sofrendo com fomes, tremores de terra e inundações (Mt 24.7). Em sua Epístola aos Romanos, o apóstolo Paulo descreve a Terra como que gemendo por causa das expectativas quanto às últimas coisas (Rm 8.22). Mas, quando o Reino de Deus manifestar-se, logo após a Grande Tribulação, o planeta será curado de todas as suas enfermidades (Is 35).</p><p><strong>5. A morte física.</strong></p><p>O homem não foi criado para experimentar a morte física. Nesse sentido, podemos dizer que fomos criados imortalizáveis; com a possibilidade de viver indefinidamente (Gn 2.17). Não somente a eternidade, mas de igual modo a imortalidade, achavam-se no ser humano. A morte é a mais triste consequência do pecado (Rm 6.23). Todavia, a pior morte que alguém pode experimentar é a separação eterna de Deus; a segunda morte (Ap 2.11; 20.6). Quanto a nós, os que já recebemos Jesus Cristo como o nosso Senhor e Salvador, a morte não terá efeito, porque Ele é a ressurreição e a vida (Jo 11.25).</p><p><strong><strong>CONCLUSÃO</strong></strong></p><p>Dois fatos marcam a doutrina do homem nas Sagradas Escrituras: a criação e a queda. À primeira vista, o pecado de Adão trouxe graves consequências à Criação. No entanto, Deus jamais foi surpreendido por qualquer fato. Ele não é um ser reativo, nem vive de improvisos. Nenhum processo, quer nos Céus, quer na Terra, jamais o surpreendeu, porquanto Ele é o Ser Supremo por excelência. Ele é o que é: o Deus bendito eternamente.</p><p>A fim de sanear o pecado do homem, Deus, em sua presciência, já havia separado o Imaculado Cordeiro, desde a fundação do mundo, para redimir-nos de todos os pecados (Ap 13.8).</p><h6 id="para-refletir">PARA REFLETIR</h6><p><strong>A respeito de “A Queda do Ser Humano”, responda:</strong></p><p><strong>O que é o livre-arbítrio?</strong></p><p><strong>Há alguma incompatibilidade entre o livre-arbítrio e a soberania divina?</strong></p><p><strong>O que está entre o livre-arbítrio e soberania divina?</strong></p><p><strong>O homem foi criado imortalizável. Discorra sobre o assunto.</strong></p><p><strong>Deus foi surpreendido pela queda do homem?</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 6: A Sexualidade Humana]]></title><description><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-6---Rac-a-Humana---A-Sexualidade-Humana.png" class="kg-image"></figure><p>Mateus 19:4-5 “<em>Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>A sexualidade humana tem por objetivo a</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-6-a-sexualidade-humana/</link><guid isPermaLink="false">5e3ca986e3a9b60038004257</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 02 Feb 2020 00:10:00 GMT</pubDate><content:encoded><![CDATA[<figure class="kg-card kg-image-card"><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/02/Licao-6---Rac-a-Humana---A-Sexualidade-Humana.png" class="kg-image"></figure><p>Mateus 19:4-5 “<em>Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?</em>”.</p><h6 id="verdade-pr-tica">VERDADE PRÁTICA</h6><p>A sexualidade humana tem por objetivo a união do homem e da mulher, no casamento, a reprodução da espécie e a glorificação do Deus Criador.</p><h6 id="leitura-di-ria">LEITURA DIÁRIA</h6><p><strong>Segunda — Mt 19.4: </strong>Deus criou apenas dois sexos: masculino e feminino</p><p><strong>Terça — Gn 2.7: </strong>A criação do homem do pó da terra</p><p><strong>Quarta — Gn 2.18: </strong>A solidão do homem: a falta da mulher</p><p><strong>Quinta — Gn 2.21,22: </strong>A criação de Eva, a primeira mulher</p><p><strong>Sexta — Gn 2.23: </strong>A formação do primeiro casal</p><p><strong>Sábado — Sl 128: </strong>A plenitude da felicidade conjugal</p><h6 id="leitura-b-blica-em-classe">LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</h6><p><strong>Mateus 19:1-12</strong></p><p><strong>1 —</strong> <em>E aconteceu que, concluindo Jesus esses discursos, saiu da Galileia e dirigiu-se aos confins da Judeia, além do Jordão.</em></p><p><strong>2 —</strong> <em>E seguiram-no muitas gentes e curou-as ali.</em></p><p><strong>3 —</strong> <em>Então, chegaram ao pé dele os fariseus, tentando-o e dizendo-lhe: É lícito ao homem repudiar sua mulher por qualquer motivo?</em></p><p><strong>4 —</strong> <em>Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea</em></p><p><strong>5 —</strong> <em>e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne?</em></p><p><strong>6 —</strong> <em>Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem.</em></p><p><strong>7 —</strong> <em>Disseram-lhe eles: Então, por que mandou Moisés dar-lhe carta de divórcio e repudiá-la?</em></p><p><strong>8 —</strong> <em>Disse-lhes ele: Moisés, por causa da dureza do vosso coração, vos permitiu repudiar vossa mulher; mas, ao princípio, não foi assim.</em></p><p><strong>9 —</strong> <em>Eu vos digo, porém, que qualquer que repudiar sua mulher, não sendo por causa de prostituição, e casar com outra, comete adultério; e o que casar com a repudiada também comete adultério.</em></p><p><strong>10 —</strong> <em>Disseram-lhe seus discípulos: Se assim é a condição do homem relativamente à mulher, não convém casar.</em></p><p><strong>11 —</strong> <em>Ele, porém, lhes disse: Nem todos podem receber esta palavra, mas só aqueles a quem foi concedido.</em></p><p><strong>12 —</strong> <em>Porque há eunucos que assim nasceram do ventre da mãe; e há eunucos que foram castrados pelos homens; e há eunucos que se castraram a si mesmos por causa do Reino dos céus. Quem pode receber isso, que o receba.</em></p><p><strong><strong>INTRODUÇÃO</strong></strong></p><p>Na aula de hoje, veremos o que a Bíblia ensina e prescreve acerca da sexualidade humana. Apesar de ser um assunto exaustivamente debatido, está sempre a gerar novas controvérsias. Por essa razão, recorreremos à Palavra de Deus, a fim de buscar o verdadeiro modelo quanto ao uso santo e decoroso do sexo.</p><p>Em primeiro lugar, constataremos que o sexo não é uma construção social, mas algo criado por Deus; um dom, cujos reais objetivos não podem ser ignorados. Em seguida, mostraremos as distorções e os pecados sexuais.</p><p><strong>I. DEUS CRIOU APENAS DOIS SEXOS</strong></p><p>Deus criou apenas dois sexos: o masculino e o feminino. Além dessa fronteira, só há pecado e abominação diante do Criador e Senhor de todas as coisas.</p><p><strong>1. Definição de sexo.</strong> O sexo pode ser definido, de acordo com o <em>Dicionário Houaiss</em>, como a “conformação física, orgânica, celular, particular que permite distinguir o homem e a mulher, atribuindo-lhes um papel específico na reprodução”. O ser humano é identificado por seu sexo logo ao nascer (Gn 4.1; 30.21). Hoje, aliás, já se sabe o sexo da criança ainda em seu período de gestação. Logo, o sexo não é o resultado de uma engenharia social e política, como o querem os ideólogos do gênero. Ou se nasce homem, ou se nasce mulher. É o que mostra a Bíblia Sagrada.</p><p><strong>2. Deus criou o sexo.</strong> Os anjos, desde que foram criados, continuam com o número de seu contingente inalterável; eles não se reproduzem sexualmente; foram chamados à existência duma só vez (Sl 33.6; Lc 20.34-36). No entanto, o ser humano propaga-se através da junção sexual (Gn 4.1). Logo, através de um só casal — Adão e Eva — vieram a existir todas as nações, línguas e povos que, hoje, conhecemos (At 17.26). O sexo foi criado por Deus; não é invencionice humana. Quando desfrutado de acordo com as ordenanças divinas torna-se fonte de bênção ao esposo e à esposa.</p><p><strong>3. Os dois sexos.</strong> Ao criar o ser humano, o Senhor os fez macho e fêmea (Gn 1.26,27). Por conseguinte, há somente dois sexos: o masculino e o feminino. Ainda que alguém exteriormente transmude-se, jamais perderá a essência do sexo com que nasceu. O homossexualismo e outras práticas igualmente antibíblicas jamais conseguirão mudar o que Deus criou.</p><p><strong>II. OBJETIVOS DA SEXUALIDADE HUMANA</strong></p><p>O sexo foi criado por Deus, tendo em vista três objetivos: a procriação da espécie humana, a união conjugal e a glória divina.</p><p><strong>1. Procriação.</strong> Como já dissemos, só existe um meio de a espécie humana propagar-se: através da união sexual entre um homem e uma mulher (Gn 4.1). Assim, casamentos serão consumados e seres humanos continuarão a nascer até a consumação dos séculos (Is 65.20). Todavia, chegará o momento em que a humanidade não mais necessitará procriar-se (Lc 20.34-36). Tanto os que forem para o Céu, como os que forem para o lago de fogo, não mais propagarão a espécie; estará findada a nossa atividade sexual, porque o ser humano, agora, não será mais carne e sangue (1Co 15.50). Os salvos teremos um corpo de glória; seremos semelhantes aos anjos. Aleluia!</p><p><strong>2. União conjugal.</strong> O sexo foi criado por Deus para ser desfrutado no contexto da vida matrimonial (Gn 2.24). O sexo, quando praticado antes e fora do casamento, afigura-se como ofensa e pecado perante o Criador. No casamento, porém, une o casal e perpetua os laços entre o homem e a sua esposa.</p><p><strong>3. A glória de Deus.</strong> O sexo não é uma atividade meramente fisiológica ou recreativa. Na Bíblia, há um livro dedicado às belezas da vida conjugal (Ct 2.1-4). Aliás, a Igreja de Cristo é apresentada como a Noiva do Cordeiro (Ap 21.9; 22.17). Pode haver algo mais glorioso?</p><p><strong>III. DISTORÇÕES DA SEXUALIDADE</strong></p><p>O sexo, quando praticado antes, ou fora do casamento, gera iniquidades e abominações: fornicação, adultério, homossexualismo e ideologias nocivas.</p><p><strong>1. A fornicação.</strong> A fornicação é o relacionamento sexual antes do casamento (1Tm 1.10). Logo, quando um casal de namorados, ou de noivos, pratica o sexo, tanto o rapaz quanto a moça pecam contra o Senhor (Ef 5.5).</p><p><strong>2. O adultério.</strong> A fim de proteger a harmonia conjugal, o Senhor decretou: “Não adulterarás” (Êx 20.14). Jesus, no Sermão da Montanha, condena não somente o ato em si, como a própria cobiça (Mt 5.27,28). Os adúlteros não terão parte nem guarida no Reino de Deus.</p><p><strong>3. O homossexualismo.</strong> É o relacionamento sexual de pessoas do mesmo sexo. Na Bíblia Sagrada, é conhecido como o pecado de Sodoma e Gomorra (Dt 23.18; 1Co 6.9,10; 1Tm 1.10). Essa abominação contraria o plano divino quanto ao casamento que, além de ser monogâmico e indissolúvel, é heterossexual (Gn 2.24).</p><p><strong>4. A ideologia de gênero.</strong> A chamada ideologia de gênero é mais uma tralha inventada pelos inimigos da família cristã. Alegando que o sexo é uma mera construção social, tal ensino instiga os pais a educar os filhos de maneira neutra, deixando aos meninos e às meninas a escolha de seu “sexo social ou ideológico”. A Bíblia, porém, é taxativa quanto a tal pensamento (Dt 22.5).</p><p><strong><strong>CONCLUSÃO</strong></strong></p><p>Apesar de o ser humano ser dotado de sexo, foi este criado para louvar e exaltar a Deus através de uma vida santa e pura. Que jamais esqueçamos de que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo. Não somos um mero fenômeno fisiológico; somos imagem e semelhança de Deus.</p><h6 id="para-refletir">PARA REFLETIR</h6><p><strong>A respeito de “A Sexualidade Humana”, responda:</strong></p><p><strong>Qual é a definição de sexo?</strong></p><p><strong>Quem criou o sexo?</strong></p><p><strong>Quais os reais objetivos do sexo?</strong></p><p><strong>Por que o sexo é uma etapa transitória na vida humana?</strong></p><p><strong>Quais os pecados relacionados ao sexo?</strong></p>]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 5: A unidade da Raça Humana]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-5---Ra-a-Humana---A-Unidade-da-Ra-a-Humana.png" alt="Licao-5---Ra-a-Humana---A-Unidade-da-Ra-a-Humana"><br>
Malaquias 2:10 “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?”</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Apesar das muitas línguas, povos e nações, toda a humanidade provém de um único casal: Adão e</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-5-a-unidade-da-raca-humana/</link><guid isPermaLink="false">5e30e1cf3ca65e0037a5a683</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Wed, 29 Jan 2020 01:53:53 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-5---Ra-a-Humana---A-Unidade-da-Ra-a-Humana-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-5---Ra-a-Humana---A-Unidade-da-Ra-a-Humana-1.png" alt="Lição 5: A unidade da Raça Humana"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-5---Ra-a-Humana---A-Unidade-da-Ra-a-Humana.png" alt="Lição 5: A unidade da Raça Humana"><br>
Malaquias 2:10 “Não temos nós todos um mesmo Pai? Não nos criou um mesmo Deus? Por que seremos desleais uns para com os outros, profanando o concerto de nossos pais?”</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Apesar das muitas línguas, povos e nações, toda a humanidade provém de um único casal: Adão e Eva; nesse sentido, somos todos irmãos.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — At 17.26: Todos somos filhos de Adão e Eva<br>
Terça — Ml 2.10: Em Adão e Eva, somos todos os irmãos<br>
Quarta — Gn 11.1: A unidade linguística primitiva<br>
Quinta — Rm 5.12: Em Adão, todos pecaram<br>
Sexta — Jo 3.16: Em Jesus, todos podem ser salvos<br>
Sábado — Rm 10.12: Em Jesus, todos somos um</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE</p>
<p>Atos 17:22-28<br>
22 — E, estando Paulo no meio do Areópago, disse: Varões atenienses, em tudo vos vejo um tanto supersticiosos;<br>
23 — porque, passando eu e vendo os vossos santuários, achei também um altar em que estava escrito: Ao Deus Desconhecido. Esse, pois, que vós honrais não o conhecendo é o que eu vos anuncio.<br>
24 — O Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra, não habita em templos feitos por mãos de homens.<br>
25 — Nem tampouco é servido por mãos de homens, como que necessitando de alguma coisa; pois ele mesmo é quem dá a todos a vida, a respiração e todas as coisas;<br>
26 — e de um só fez toda a geração dos homens para habitar sobre toda a face da terra, determinando os tempos já dantes ordenados e os limites da sua habitação,<br>
27 — para que buscassem ao Senhor, se, porventura, tateando, o pudessem achar, ainda que não está longe de cada um de nós;<br>
28 — porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos, como também alguns dos vossos poetas disseram: Pois somos também sua geração.</p>
<p>INTRODUÇÃO</p>
<p>Na aula de hoje, estudaremos a unidade racial, linguística e divina do ser humano. Constataremos que, apesar da diversidade de línguas, povos e nações, toda a humanidade tem uma única origem. Fomos criados por Deus e provimos de um único casal — Adão e Eva. E, no princípio, conforme veremos, todos falávamos um único idioma. Nesse sentido, todos os seres humanos são irmãos. A unidade genética da humanidade traz uma implicação doutrinária muito importante. No primeiro Adão, todos pecamos e fomos destituídos da glória divina. Todavia, em Jesus Cristo, o homem perfeito e Último Adão, todos, sem exceção, podem ser salvos e reconciliados com Deus. Concentremo-nos, pois, nesta lição, e que o Espírito Santo nos ilumine a entender melhor as belezas e mistérios da Palavra de Deus.</p>
<p>I. A UNIDADE RACIAL DO SER HUMANO</p>
<p>Neste tópico, veremos os seguintes assuntos: a origem divina do homem e a sua unidade racial e psicológica. Essa doutrina é suficiente, em si mesma, para destruir as bases ateias e anticristãs do evolucionismo.</p>
<ol>
<li>
<p>A origem divina do ser humano.<br>
Embora o homem não seja divino, a sua origem é inconfundivelmente divina, pois a sua criação foi decretada e executada por Deus (Gn 1.26-30; 2.7). Portanto, o aparecimento do ser humano, no Universo, deve-se a um ato criativo do Todo-Poderoso, e não a um processo de evolução.</p>
</li>
<li>
<p>A unidade racial do ser humano.<br>
Ao contrário do que narram as mitologias pagãs, a Bíblia Sagrada afirma que todos os homens, apesar de sua diversidade racial e linguística, provêm de um único tronco genético: Adão e Eva (At 17.26). Logo, existe apenas uma única raça humana (Ml 2.10). O racismo, por conseguinte, é uma distorção maligna do ensino bíblico quanto à unidade genética do ser humano.</p>
</li>
<li>
<p>A unidade psicológica do ser humano.<br>
Conquanto diversos cultural e etnicamente, os seres humanos demonstram possuir uma unidade psicológica comum (1Rs 8.46; Ec 7.20; Rm 15.12). Enfim, todos os homens têm uma herança psicológica e emocional comum. As reações podem ser diversas, dependendo da educação e da cultura de cada povo, mas as bases psicológicas, repito, são comuns.</p>
</li>
</ol>
<p>II. A UNIDADE LINGUÍSTICA ORIGINAL DA HUMANIDADE</p>
<p>Veremos, agora, como o idioma falado pelos seres humanos, desde Adão até Noé, veio a perder-se e como podemos identificá-lo, hoje, nas línguas e dialetos falados no mundo.</p>
<ol>
<li>
<p>A língua original da humanidade.<br>
A fala é um dos maiores dons que Deus comunicou pessoalmente a Adão, pois ambos conversavam diariamente (Gn 3.8). O primeiro homem dominava tão bem a arte do falar, que veio a recepcionar a sua esposa com um poema admirável (Gn 2.23). No capítulo três de Gênesis, Deus chamou Adão e Eva à responsabilidade através de um diálogo de altíssimo nível; nossos pais não ficaram na ignorância quanto às consequências da queda, pois estavam perfeitamente habilitados, em termos verbais, a compreender o Criador. A língua falada por Adão e seus descendentes imediatos, até Noé, não era o hebraico. Mesmo porque, o idioma falado pelos israelitas só viria a formar-se, em termos definitivos, bem mais tarde.</p>
</li>
<li>
<p>A confusão linguística em Babel.<br>
Após o Dilúvio, os filhos de Noé concentraram-se em Sinear, e, ali, intentaram criar um Estado secular e ateu, para contrariar frontalmente os mandamentos divinos quanto ao povoamento da Terra (Gn 11.1-3). Como todos falavam uma única língua, lograram avançar em seus projetos, provocando uma enérgica intervenção divina (Gn 11.7). A fim de que os homens não prosseguissem nesse intento maligno, o Senhor confundiu-lhes a língua e dispersou-os por toda a terra. Essa é a origem das línguas e dialetos existentes hoje no mundo.</p>
</li>
<li>
<p>Indícios da linguagem primitiva.<br>
Apesar dos muitos idiomas existentes atualmente no mundo, é possível constatar, através de um estudo histórico e comparativo, que todos eles provieram de um tronco linguístico comum. Mesmo entre os idiomas mais afastados entre si, como o português e o chinês, é possível encontrar um elo, às vezes, frágil, que os liga à torre de Babel.</p>
</li>
</ol>
<p>III. EM CRISTO, TODOS SOMOS UM</p>
<p>A unidade humana não se dá apenas em termos raciais e linguísticos. Conforme veremos neste tópico, todos os seres humanos acham-se ligados em Adão quanto ao pecado e, também, quanto à redenção.</p>
<ol>
<li>
<p>O pecado universal de Adão.<br>
Afirma o apóstolo Paulo que, através de um só homem, o pecado foi introduzido no mundo (Rm 5.12).<br>
E, conquanto o pecado de Adão fosse particular, suas consequências foram universais, porque ele é o pai e o representante de todos os seres humanos. Eis porque todos pecaram e foram destituídos da glória de Deus (Rm 3.23). Todos os seres humanos acham-se ligados, entre si, pela transgressão de Adão e Eva, nossos primeiros pais.</p>
</li>
<li>
<p>As consequências universais do pecado de Adão.<br>
A consequência imediata do pecado de Adão foi a sua morte espiritual; a quebra de sua perfeita comunhão com Deus (Gn 3.23,24). Além da morte espiritual, o homem experimentaria também a morte física. Haja vista o caso do próprio Adão. Não obstante ter vivido até aos 930 anos, veio a experimentar a morte (Gn 5.5). A morte, portanto, é uma experiência comum a todos os homens, porque todos os homens, em Adão, pecaram e foram expostos à fraqueza e à morte (Rm 3.23).</p>
</li>
<li>
<p>Em Jesus Cristo, o segundo Adão, todos podemos ser salvos.<br>
As consequências do pecado de Adão foram desfeitas por Jesus Cristo, que, na Epístola de Paulo aos Romanos, é identificado como o Último Adão (1Co 15.45; Rm 5.15). Através de sua morte, Ele venceu a morte, resgatando-nos completamente do pecado (Ef 2.15). Hoje, por conseguinte, o nosso elo, com todas as famílias de Adão, não se dá apenas em termos genéticos ou linguísticos, mas de igual modo pela morte e ressurreição de Jesus Cristo. NEle, os que receberam a fé constituem uma única família — a família dos santos (1Co 12.13).</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
Nesta lição, aprendemos que todos os povos da terra, apesar de sua diversidade étnica, cultural e linguística, formam uma única família, porquanto todos viemos de Adão e Eva. Por esse motivo, o verdadeiro cristão não aceita ideologias racistas. Afinal, como vimos, existe apenas uma raça. Nesse sentido, repito, todos os homens são irmãos. Em Jesus Cristo, nossa comunhão uns com os outros torna-se ainda mais forte. Na Igreja, todos somos um, formando um só corpo. Aleluia!</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “A Unidade da Raça Humana”, responda:<br>
A que se deve o aparecimento do ser humano no Universo?<br>
Segundo a Escritura, existe mais de uma raça?<br>
Qual a origem dos diversos idiomas?<br>
Por que todos pecamos em Adão?<br>
Como Cristo desfez o pecado de Adão?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 4: Os atributos do ser humano]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-4---Ra-a-Humana---Os-Atributos-do-Ser-Humano.png" alt="Licao-4---Ra-a-Humana---Os-Atributos-do-Ser-Humano"><br>
Salmos 32:9 “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Criado à imagem de Deus, o homem é um ser espiritual, racional, livre e criativo; sua missão primordial</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-4-os-atributos-do-ser-humano/</link><guid isPermaLink="false">5e2c73803ca65e0037a5a67f</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sat, 18 Jan 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-4---Ra-a-Humana---Os-Atributos-do-Ser-Humano-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-4---Ra-a-Humana---Os-Atributos-do-Ser-Humano-1.png" alt="Lição 4: Os atributos do ser humano"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-4---Ra-a-Humana---Os-Atributos-do-Ser-Humano.png" alt="Lição 4: Os atributos do ser humano"><br>
Salmos 32:9 “Não sejais como o cavalo, nem como a mula, que não têm entendimento, cuja boca precisa de cabresto e freio, para que se não atirem a ti”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Criado à imagem de Deus, o homem é um ser espiritual, racional, livre e criativo; sua missão primordial é glorificar o Criador e Mantenedor de todas as coisas.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — At 17.22: O homem é um ser espiritual<br>
Terça — Sl 32.9: O homem é um ser racional<br>
Quarta — Js 24.15: O homem é um ser livre<br>
Quinta — At 17.29: O homem é um ser inventivo<br>
Sexta — Gn 2.15: O homem é um ser cultural<br>
Sábado — Gn 2.18: O homem é um ser social</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
Romanos 12:1-10.</p>
<p>1 — Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.<br>
2 — E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.<br>
3 — Porque, pela graça que me é dada, digo a cada um dentre vós que não saiba mais do que convém saber, mas que saiba com temperança, conforme a medida da fé que Deus repartiu a cada um.<br>
4 — Porque assim como em um corpo temos muitos membros, e nem todos os membros têm a mesma operação,<br>
5 — assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.<br>
6 — De modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada: se é profecia, seja ela segundo a medida da fé;<br>
7 — se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino;<br>
8 — ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria.<br>
9 — O amor seja não fingido. Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem.<br>
10 — Amai-vos cordialmente uns aos outros com amor fraternal, preferindo-vos em honra uns aos outros.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
Na aula de hoje, estudaremos os principais atributos do ser humano: espiritualidade, racionalidade, sociabilidade, liberdade e criatividade. Veremos que o homem, apesar da queda, continua a executar a missão que Deus lhe entregou no Éden. A desobediência humana não frustrou os planos divinos. Se Deus assim nos dotou, usemos cada um de nossos atributos para glorificá-lo. No aperfeiçoamento destes, leiamos a Bíblia, oremos, vigiemos noite e dia, evangelizemos e exerçamos o amor cristão. Em suma, portemo-nos de tal forma, para que o Pai Celeste seja exaltado, eternamente, através de nossas qualidades espirituais, psicológicas e físicas. Que o Espírito Santo nos abra o entendimento e leve-nos a conhecer as demandas e as reivindicações da Palavra de Deus.</p>
<p>I. A ESPIRITUALIDADE HUMANA</p>
<p>Neste tópico, aprenderemos que o homem é, também, um ser espiritual. Vejamos, pois, a origem de nosso espírito, seu anseio natural por Deus e como ele pode ser revivificado.</p>
<ol>
<li>
<p>A origem divina de nosso espírito.<br>
Após formar Adão do pó da terra, o Senhor Deus soprou-lhe nas narinas o fôlego de vida (Gn 2.7). A partir daquele momento, o homem passou a ser alma vivente.</p>
</li>
<li>
<p>O anseio natural do espírito humano.<br>
Sendo proveniente de Deus, o espírito humano anseia pelo Pai Celeste, conforme Paulo muito bem acentuou aos atenienses (At 17.21,22). Já o salmista confessou que a sua alma suspirava por Deus (Sl 42.1). Infelizmente, não são poucos os que, devido a uma vida ímpia e blasfema, sufocam o seu anseio pelo Criador.</p>
</li>
<li>
<p>A revivificação do espírito humano.<br>
Através de sua morte redentora, Jesus Cristo vivifica o homem que jaz morto espiritualmente (Ef 2.1; Cl 2.13). Só Ele é a ressurreição e a vida (Jo 11.25).</p>
</li>
</ol>
<p>II. A RACIONALIDADE HUMANA</p>
<p>Tenhamos em mente esta proposição: Deus é um ser racional. Logo, há perfeita harmonia entre a genuína razão e a fé bíblica. Por isso mesmo, Ele requer, de cada um de nós, um culto racional.</p>
<ol>
<li>
<p>Deus é um ser racional.<br>
Certa vez, o Senhor desafiou o povo de Judá, que caíra na apostasia, a argumentar acerca do verdadeiro caminho (Is 1.18-20). Portanto, Ele requer de seus servos uma postura racional, porquanto dotou-nos de razão. Não temos uma natureza animal e bruta, mas racional e inteligente (Sl 32.9).</p>
</li>
<li>
<p>A harmonia entre racionalidade e espiritualidade.<br>
A verdadeira espiritualidade manifesta-se de maneira racional, pois o nosso Deus é um ser racional. Ele não é de confusão (1Co 14.33). Para que o agrademos, o Espírito Santo nos desenvolve a inteligência espiritual (Cl 1.9).</p>
</li>
<li>
<p>O culto racional agrada a Deus.<br>
Posto que Deus é um ser racional, devemos cultuá-lo racionalmente (Rm 12.1). Isso significa, antes de tudo, que a nossa adoração a Deus tem de ser perfeitamente entendida, explicada e praticada (Êx 12.26; 1Pe 3.15). Doutra forma, não terá valor algum (Jo 4.22). Aliás, o culto cristão é o mais racional de todos, apesar de parecer, para os incrédulos, escândalo e loucura (1Co 1.18,24).</p>
</li>
</ol>
<p>III. A SOCIABILIDADE HUMANA</p>
<p>Deus nos criou sociáveis; a solidão é contrária à nossa natureza. Por isso, Deus instituiu a família e, só depois, o Estado.</p>
<ol>
<li>
<p>A solidão é nociva ao ser humano.<br>
No período da criação, a única coisa que Deus afirmou não ser boa foi a solidão (Gn 2.18). Por esse motivo, Deus fez a mulher para que o homem tivesse uma companhia idônea e sábia (Gn 2.21-25). Somente os que se insurgem contra a verdadeira sabedoria buscam viver isolada e solitariamente (Pv 18.1).</p>
</li>
<li>
<p>A família é a origem da sociedade humana.<br>
A família é mais importante que a sociedade e mais imprescindível que o Estado, pois ambos dependem do lar doméstico. Salomão, um dos maiores estadistas de todos os tempos, escreveu dois salmos (127 e 128), exaltando o papel fundamental da família na sociedade e no Estado.</p>
</li>
<li>
<p>A Igreja de Cristo, a sociedade perfeita.<br>
No Novo Testamento, a Igreja de Cristo é apresentada como a sociedade perfeita, porque nela todos formamos um único corpo (1Co 12.13). Essa união, impensável em termos sociológicos, é denominada o mistério de Deus pelo apóstolo Paulo (Ef 3.1-12).</p>
</li>
</ol>
<p>IV. A LIBERDADE HUMANA</p>
<p>Deus concedeu-nos o livre-arbítrio, para que escolhêssemos entre o bem e o mal. Se, por um lado, temos a liberdade de agir, por outro, não podemos esquecer-nos da soberania divina.</p>
<ol>
<li>
<p>O livre-arbítrio.<br>
O livre-arbítrio pode ser definido como a capacidade humana de tomar livremente uma decisão. Tal atributo é observado em diversas passagens das Escrituras (Gn 13.9; Js 24.15; Hb 4.7).</p>
</li>
<li>
<p>O ato de decidir.<br>
Segundo a Bíblia, o ato de decidir entre o bem e o mal, entre Deus e os ídolos e entre aceitar Jesus e recusá-lo, é um direito que o Todo-Poderoso nos concedeu (Gn 2.9; 1Rs 18.21; Mc 16.15,16).</p>
</li>
<li>
<p>A soberania divina.<br>
Já que Deus concedeu-nos o direito de escolha, ajamos com responsabilidade e discernimento, porque todos seremos responsabilizados por nossas escolhas (Ec 11.9; Rm 14.12). Portanto, o livre-arbítrio humano e a soberania divina não são excludentes; são perfeitamente harmônicos.</p>
</li>
</ol>
<p>V. A CRIATIVIDADE HUMANA E O TRABALHO</p>
<p>O trabalho não é consequência do pecado, mas uma bênção na vida do homem. Neste tópico, veremos que, através do trabalho, o ser humano transforma e preserva a terra.</p>
<ol>
<li>
<p>A dignidade do trabalho.<br>
Deus criou o homem para trabalhar a terra, ará-la e transformá-la, a fim de torná-la habitável (Gn 1.26; 2.15). Por conseguinte, o trabalho não é um castigo devido ao pecado de Adão, mas uma bênção a todos os seus descendentes. A queda apenas tornou as atividades laborais mais árduas e estressantes (Gn 3.17-19).</p>
</li>
<li>
<p>A criatividade humana.<br>
Os descendentes de Adão, trabalhando metodicamente, desenvolveram em pouco tempo as mais variadas técnicas (Gn 4.2,3,20-22). Rapidamente, evoluíram. Na terceira geração, já dominavam a agricultura, a pecuária, a metalurgia e a arte musical. A partir da torre de Babel, o homem já dava mostras de ter condições de dominar todo o planeta, em virtude de sua criatividade (Gn 11.6). Todavia, jamais poderemos ultrapassar os limites que o Senhor nos estabeleceu.</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO</p>
<p>Em seu discurso em Atenas, Paulo reconhece todos os atributos que o Criador concedeu ao ser humano. Apesar da queda, a humanidade vem evoluindo continuamente. Mas, em termos espirituais, o homem regride rumo ao abismo. Somente o Evangelho de Cristo é capaz de restaurar-nos plenamente. Por isso, o Senhor Jesus é o nosso Salvador pessoal. Sem Ele, a vida humana perde todo o sentido e o encanto.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “Os Atributos do Ser Humano”, responda:<br>
Segundo a lição, quais os atributos do ser humano?<br>
Discorra sobre a espiritualidade humana.<br>
Deus é um ser racional? Apresente uma prova bíblica.<br>
Fale sobre o senso sociável do homem.<br>
O trabalho é uma consequência do pecado? Explique por quê.</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 3: A natureza do ser humano]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-3---Rac-a-Humana---A-Natureza-do-ser-humano.png" alt="Licao-3---Rac-a-Humana---A-Natureza-do-ser-humano"><br>
1 Tessalonicenses 5:23 “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Nossa tríplice natureza — física, mental e espiritual — deve ser plenamente consagrada a Deus,</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-3-a-natureza-do-ser-humano/</link><guid isPermaLink="false">5e1fa5293ca65e0037a5a678</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 12 Jan 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-3---Rac-a-Humana---A-Natureza-do-ser-humano-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-3---Rac-a-Humana---A-Natureza-do-ser-humano-1.png" alt="Lição 3: A natureza do ser humano"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Licao-3---Rac-a-Humana---A-Natureza-do-ser-humano.png" alt="Lição 3: A natureza do ser humano"><br>
1 Tessalonicenses 5:23 “E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Nossa tríplice natureza — física, mental e espiritual — deve ser plenamente consagrada a Deus, para que o mundo veja, em nosso ser, a imagem e a semelhança do Criador.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — Gn 2.7: O corpo humano veio da terra<br>
Terça — Jó 27.3: A alma humana veio de Deus<br>
Quarta — Pv 20.27 — ARA: O espírito humano veio de Deus<br>
Quinta — Hb 4.12: Espírito e alma são inseparáveis<br>
Sexta — Gn 35.18: A morte é a separação entre corpo e alma<br>
Sábado — 1Co 15.49-57: A glorificação da natureza humana</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
Gênesis 1.26-28; 2.7<br>
Gênesis 1<br>
26 — E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.<br>
27 — E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou.<br>
28 — E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra.</p>
<p>Gênesis 2<br>
7 — E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
Na aula de hoje, estudaremos as partes que constituem a natureza humana. Veremos que o nosso ser, em virtude das partes que o compõem, é de tal forma maravilhoso, que chega a ser inexplicável (Sl 139.14). Além da substância física (o corpo), possuímos também uma substância imaterial (o espírito e a alma). Habilitou-nos Deus, assim, a relacionar tanto com o mundo físico quanto com o mundo espiritual. O objetivo desta lição não é apenas explorar a natureza humana, mas levar você a consagrar inteiramente o seu corpo, a sua alma e o seu espírito ao Criador e Mantenedor de todas as coisas</p>
<p>I. A COMPLEXIDADE DO SER HUMANO</p>
<p>A natureza do ser humano é distinta tanto em relação a Deus quanto em relação aos anjos. Vejamos por quê.</p>
<ol>
<li>
<p>A natureza de Deus.<br>
Ao contrário do homem, Deus é um ser simples; possui uma única natureza. Por essa razão, Ele foi definido, pelo próprio Filho, como sendo espírito (Jo 4.24). Isso significa que, para existir, o Senhor não necessita, como nós, de uma natureza composta de corpo, alma e espírito. O Todo-Poderoso define a si mesmo como aquele que simplesmente é: “EU SOU O QUE SOU” (Êx 3.14). Ele existe por si mesmo (Jo 5.26).</p>
</li>
<li>
<p>A natureza dos anjos.<br>
Seres criados e finitos, os anjos possuem igualmente apenas uma natureza. Eles são descritos como espíritos (Hb 1.14). E, diferentemente de nós, não se reproduzem através do sexo (Lc 20.34-36). O corpo angélico é espiritual (1Co 15.44; Hb 1.14).</p>
</li>
<li>
<p>A natureza dos homens.<br>
Já os seres humanos possuem uma natureza, que pode ser descrita como dupla: uma física (o corpo) e uma espiritual (a alma e o espírito — 1Ts 5.23). Para vivermos neste mundo, necessitamos de nossa natureza completa. Se uma apartar-se da outra, morremos (1Rs 17.21,22).</p>
</li>
</ol>
<p>II. AS CARACTERÍSTICAS DO CORPO HUMANO</p>
<p>O corpo humano tem as seguintes características: materialidade, visibilidade e mortalidade.</p>
<ol>
<li>
<p>Materialidade.<br>
Ao contrário dos anjos — seres espirituais —, criados de uma só vez pela palavra divina (Sl 33.6), o homem — ser material e físico — veio à vida a partir de uma matéria já existente: a terra. Deus, pois, formou Adão, o primeiro genitor da humanidade, do pó de nosso planeta (Gn 2.7). O mesmo pode-se dizer de Eva, que, provinda do homem, possui a mesma substância deste (Gn 2.21,22). Desde a sua criação, o ser humano vem reproduzindo-se e enchendo a terra (Gn 1.28; At 17.26).</p>
</li>
<li>
<p>Visibilidade e tangibilidade.<br>
Envolto num corpo material, o ser humano pode ser visto e tocado. Aliás, a visibilidade e a tangibilidade (aquilo que se pode tocar) foram as provas que o Senhor Jesus apresentou a Tomé como evidências de sua ressurreição física (Jo 20.27). O discípulo incrédulo só veio a convencer-se da verdade depois de ter visto e tocado as feridas do Cordeiro de Deus (Jo 20.29).</p>
</li>
<li>
<p>Mortalidade.<br>
Apesar de material, o corpo humano foi criado com a possibilidade de manter-se vivo para sempre. Se não fosse o pecado, Adão e Eva estariam, hoje, entre nós (Gn 2.16,17). Mas, por causa de sua desobediência, morreram; o salário do pecado é a morte (Gn 5.5; Rm 6.23). O apóstolo Paulo ensina, porém, que, quando do arrebatamento da Igreja, o que é mortal revestir-se-á da imortalidade (1Co 15.53,54). O homem, portanto, foi criado imortal. Ou seja: com a possibilidade de viver para sempre, caso não houvesse pecado. Mas, quando recebemos a Jesus, como nosso Salvador, passamos a desfrutar, desde já, a vida eterna (Jo 3.15). Ele é Jesus Cristo, o Filho de Deus! Crer nisso depende a nossa eternidade.</p>
</li>
</ol>
<p>III. ALMA, O NOSSO ELO COM O MUNDO EXTERIOR</p>
<p>Só viremos a entender claramente a nossa natureza espiritual, se aceitarmos esta proposição: espírito e alma são inseparáveis. A partir daí, veremos a alma como a janela, através da qual acessamos o mundo exterior. Nesse sentido, a morte física é a separação entre a alma e o corpo.</p>
<ol>
<li>
<p>Alma e espírito são inseparáveis.<br>
Em nosso ser, alma e espírito acham-se tão unidos, que somente a Palavra de Deus pode alcançar-lhes a junção (Hb 4.12). Conforme veremos, a alma e o espírito formam a nossa substância imaterial. E cada um deles tem uma função específica em nosso ser.</p>
</li>
<li>
<p>A alma é a janela para o mundo exterior.<br>
Através da alma, o ser humano se expressa e tem acesso ao mundo que o cerca. Para que isso seja possível, a alma serve-se dos órgãos sensitivos (Lc 11.34). E, por intermédio destes, o homem carnal deixa-se atrair pelas concupiscências da carne e dos olhos (Tg 1.13,14; 1Jo 2.16). Por isso, o Senhor decreta: “A alma que pecar, essa morrerá” (Ez 18.4). O pecado começa na alma e contamina o espírito e o corpo. Por isso o apóstolo recomenda a completa santificação de nosso ser (1Ts 5.23).</p>
</li>
<li>
<p>A separação da alma e do corpo gera a morte.<br>
A morte ocorre quando a alma separa-se do corpo. É o que nos mostra a narrativa da morte de Raquel, a esposa amada de Jacó (Gn 35.18). Saindo-lhe a alma, ela morreu. Quando isso ocorre, a alma dos justos é recolhida ao lugar de descanso, ao passo que a dos ímpios é aprisionada no inferno (Lc 16.20-31). Observe, pois, que a alma (juntamente com o espírito) permanece consciente até a ressurreição do corpo. Enfatizamos que a alma e o espírito são inseparáveis; são um único elemento de nossa imaterialidade.</p>
</li>
</ol>
<p>IV. O ESPÍRITO E O NOSSO CONTATO COM DEUS</p>
<p>O espírito humano, por ser o elo entre o corpo e Deus, é a sede de nossa comunhão com o Pai Celeste. Na Bíblia, espírito e alma são tomados, às vezes, como sinônimos.</p>
<ol>
<li>
<p>O que é o espírito.<br>
Em termos simples, o espírito compõe, juntamente com a alma, a parte imaterial do ser humano. Embora distintos um do outro, não podem separar-se; somente a Palavra de Deus, como já vimos, é capaz de alcançar a divisão entre ambos (Hb 4.12). Em virtude de suas faculdades, o espírito humano atua como a sede de nossas afeições espirituais (Sl 77.3,6).</p>
</li>
<li>
<p>O elo entre o nosso corpo e Deus.<br>
É por meio de nosso espírito que nos comunicamos com Deus (Ap 1.10). Foi em seu espírito, portanto, que João recebeu a revelação do Apocalipse. Paulo, no serviço missionário, estava, no espírito, em comunhão com Deus e com os irmãos (1Co 5.4).</p>
</li>
<li>
<p>A sede de nossa comunhão com Deus.<br>
Através de nosso espírito, temos experiências e encontros com Deus (Sl 143.4,7). Eis a experiência do profeta (Is 26.9). Portanto, a verdadeira alegria divina manifesta-se, em primeiro lugar, em nosso espírito, pois é neste que todo o nosso ser consagra-se ao serviço divino (Sl 51.12; Rm 1.9). O nosso espírito tanto fala em mistérios quanto ora (1Co 14.2,14,16). O espírito também pode abrigar o orgulho e a soberba (Pv 16.18). Por isso, quando o ímpio falece, o seu espírito (e também a alma, porquanto ambos são inseparáveis) é aprisionado até o julgamento final (1Pe 3.19).</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
O homem é um ser tanto físico quanto espiritual. Por essa razão, Deus requer nossa completa e uniforme santificação (1Ts 5.23). Temos de ser santos no corpo, na alma e no espírito.<br>
Jesus morreu e ressuscitou, a fim de que sejamos santos em todo o nosso ser. E, quando do arrebatamento da Igreja, apesar de nossas limitações, o Senhor nos revestirá da imortalidade e da incorruptibilidade.<br>
Busquemos a santificação. Todo o nosso ser pertence a Deus. Somos o templo do Espírito Santo. Aleluia!</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “A Natureza do Ser Humano”, responda:<br>
Fale a respeito da natureza de Deus.<br>
Por que o homem é um ser composto?<br>
A alma e o espírito podem ser separados?<br>
Onde fica a sede de nossas afeições a Deus?<br>
Como João foi arrebatado para obter a revelação do Apocalipse?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 2: A criação de Eva, a primeira mulher]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-2---Rac-a-Humana---Eva-a-primeira-mulher.png" alt="Lic-a-o-2---Rac-a-Humana---Eva-a-primeira-mulher"><br>
Gênesis 2:23 “E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Na criação divina, a mulher é tão importante quanto o homem: ambos se completam e são igualmente importantes ao Reino de</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-2-a-criacao-de-eva-a-primeira-mulher/</link><guid isPermaLink="false">5e1664093ca65e0037a5a672</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 05 Jan 2020 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-2---Rac-a-Humana---Eva-a-primeira-mulher-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-2---Rac-a-Humana---Eva-a-primeira-mulher-1.png" alt="Lição 2: A criação de Eva, a primeira mulher"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-2---Rac-a-Humana---Eva-a-primeira-mulher.png" alt="Lição 2: A criação de Eva, a primeira mulher"><br>
Gênesis 2:23 “E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Na criação divina, a mulher é tão importante quanto o homem: ambos se completam e são igualmente importantes ao Reino de Deus.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — Gn 2.21-22: E Deus criou a mulher<br>
Terça — Gn 3.1-7: A tentação de Eva<br>
Quarta — Gn 4.1-2: Eva torna-se mãe<br>
Quinta — Gn 2.23; Pv 1.8: A missão da mulher<br>
Sexta — 1Pe 3.1-7: A mulher no plano de Deus<br>
Sábado — Lc 24.1-10: A mulher no Reino de Deus</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
Gênesis 2:18-25.<br>
18 — E disse o SENHOR Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele.<br>
19 — Havendo, pois, o Senhor Deus formado da terra todo animal do campo e toda ave dos céus, os trouxe a Adão, para este ver como lhes chamaria; e tudo o que Adão chamou a toda a alma vivente, isso foi o seu nome.<br>
20 — E Adão pôs os nomes a todo o gado, e às aves dos céus, e a todo animal do campo; mas para o homem não se achava adjutora que estivesse como diante dele.<br>
21 — Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.<br>
22 — E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão.<br>
23 — E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.<br>
24 — Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne.<br>
25 — E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
Nesta lição, mostraremos o lugar da mulher na criação divina e no âmbito familiar. Antes de tudo, declaramos que ela é um ser diferencial e complementar; uma bênção indispensável à criação divina. O Senhor, formando-a a partir da costela de Adão, designou-a para ser, em relação ao homem, uma companhia idônea e sábia. Aos olhos de Deus, Eva era tão importante quanto Adão. Embora iguais, cada qual tinha uma missão específica a cumprir. Todavia, foi ao homem que Deus confiou a chefia do lar e o governo da Igreja. Mas, para que a missão do esposo e do pastor seja bem-sucedida, a participação de uma mulher virtuosa e cheia do Espírito Santo é imprescindível.</p>
<p>I. A MULHER NO PLANO DE DEUS</p>
<p>A criação de Eva não foi um ato improvisado de Deus, para contornar a solidão do homem; a mulher sempre esteve nos planos divinos. Sendo ela, pois, uma pessoa necessária, o Senhor decidiu racionalmente criá-la a partir de Adão.</p>
<ol>
<li>
<p>A mulher já estava nos planos de Deus.<br>
Quando, no sexto dia da criação, Deus anunciou a criação do ser humano, tinha Ele em mente tanto o homem quanto a mulher; sem esta ou sem aquele, a humanidade seria impossível (Gn 1.26).</p>
</li>
<li>
<p>A decisão de formar a mulher.<br>
A formação de Eva foi um ato mui particular de amor e bondade de Deus Pai para com o homem. Afinal, Adão é designado, na Bíblia, como filho amado e querido de Deus (Lc 3.38). Ao contemplar a solidão e a tristeza do homem, declarou o Pai Celeste: “Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma adjutora que esteja como diante dele” (Gn 2.18). Na criação da espécie humana (homem e mulher), o verbo fazer é usado, pela Divindade, na primeira pessoa do plural: “façamos” (Gn 1.26). Trata-se de uma decisão formalmente colegiada. Todavia, na formação de Eva, o Senhor usa o mesmo verbo, agora, na primeira pessoa do singular, no tempo presente: “far-lhe-ei”, realçando a iniciativa particular do Pai Celeste sempre amoroso, solícito e atento às necessidades de seus filhos (Mt 6.32).</p>
</li>
<li>
<p>A mulher, uma pessoa necessária.<br>
Se, por um lado, a mulher proveio do homem; por outro, todo homem (exceto Adão) provém da mulher (1Co 11.12). Portanto, há, entre ambos os sexos, harmonia e perfeita completude. O livro de Cantares é o mais perfeito exemplo da amizade entre os cônjuges.</p>
</li>
</ol>
<p>II. A CRIAÇÃO DA MULHER</p>
<p>A formação da mulher foi um ato mais elaborado e complexo do que a criação do homem, pois envolveu o uso de uma “anestesia” natural, um procedimento cirúrgico.</p>
<ol>
<li>
<p>A primeira anestesia.<br>
Em primeiro lugar, o Criador, agora também cirurgião, coloca Adão para dormir. E, assim, o homem adormece profundamente (Gn 2.21).</p>
</li>
<li>
<p>A primeira cirurgia.<br>
Estando Adão já adormecido, Deus abre-lhe o peito e extrai-lhe uma das costelas. Em seguida, fecha-lhe a cisão com carne (Gn 2.21). A cirurgia é bem-sucedida; a plástica, perfeita (Jó 5.18). Deus conhece plenamente a nossa estrutura, porquanto é o nosso Criador (Sl 103.14). O seu Filho também é um perfeito cirurgião (Lc 22.50,51).</p>
</li>
<li>
<p>A primeira engenharia genética.<br>
Da costela extraída de Adão, o Senhor forma Eva, a primeira mulher (Gn 2.22). Aqui, como em toda a Bíblia, não temos nenhuma narrativa mitológica; trata-se de um relato histórico, real e confiável. Observemos que, da costela de Adão, o Criador coleta o material genético ideal do homem, para a formação da mulher. Salientamos que Deus não criou Eva como um clone de Adão. Antes, criou-a como uma pessoa autônoma e consciente de sua existência e missão no mundo.</p>
</li>
</ol>
<p>III. A MISSÃO DA MULHER</p>
<ol>
<li>
<p>A missão de esposa.<br>
Qual gentil e solícito Pai, o Senhor Deus conduziu Eva, a primeira mulher, a Adão, que, ao recebê-la, compôs este poema: “Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada” (Gn 2.23). Nessa missão, a mulher ajudará o esposo com os seus conselhos sábios e oportunos, com as suas orações e com o seu trabalho no gerenciamento da casa (Pv 31). Ela é a grande economista do lar. Mas, se a esposa não for sábia e idônea, acabará por destruir o esposo e os filhos com as próprias mãos (Pv 14.1).</p>
</li>
<li>
<p>A missão de mãe.<br>
Em relação aos filhos, a mulher, orientada e apoiada pelo esposo, é a real e a mais autorizada educadora dos filhos (Pv 1.8). Na Igreja Primitiva, as irmãs Lóide e Eunice, respectivamente avó e mãe do pastor Timóteo, tornaram-se referências na educação e formação de filhos (2Tm 2.5). Sem o trabalho dessas mulheres, o apóstolo Paulo não teria condições de integrar o jovem à sua equipe missionária. Embora criado entre duas culturas, Timóteo recebeu uma formação cristã de excelência (At 16.1).</p>
</li>
<li>
<p>A missão como súdita do Reino de Deus.<br>
Ao lado de seus maridos, as santas mulheres poderão ajudar os que ainda não demonstram a esperada maturidade cristã. Haja vista o exemplo de Áquila e Priscila, os orientadores espirituais do erudito e eloquente Apolo (At 18.26).</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
O Senhor Deus criou a mulher com a nobre missão de auxiliar e complementar o homem. Juntos, formam a humanidade. Sozinhos e isolados, tendem a desaparecer. Por esse motivo, a missão da mulher cristã, à semelhança da esposa virtuosa de Provérbios, deve ser cumprida de acordo com a Palavra de Deus e sempre com o auxílio do Senhor (Gn 4.1). A mulher, enfatizo, deve ser vista e tratada como coerdeira da vida eterna (1Pe 3.7).</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “A Criação de Eva, a Primeira Mulher”, responda:<br>
O que podemos dizer quanto à formação de Eva?<br>
Fale sobre a mulher, uma pessoa necessária.<br>
Por que a criação da mulher foi mais complexa do que a do homem?<br>
Quais as tarefas da mulher como esposa e mãe?<br>
Que lugar ocupa a mulher na Igreja de Cristo?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 1: Adão, o Primeiro Homem]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-1---Rac-a-Humana---Ada-o-o-Primeiro-Homem.png" alt="Lic-a-o-1---Rac-a-Humana---Ada-o-o-Primeiro-Homem"><br>
Gênesis 1:26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre […] toda a terra”</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
O homem não é um mero detalhe no Universo; o ser humano é a obra-prima de Deus, o Criador e</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-1-adao-o-primeiro-homem/</link><guid isPermaLink="false">5e111fcd3ca65e0037a5a66d</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 29 Dec 2019 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-1---Rac-a-Humana---Ada-o-o-Primeiro-Homem-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-1---Rac-a-Humana---Ada-o-o-Primeiro-Homem-1.png" alt="Lição 1: Adão, o Primeiro Homem"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2020/01/Lic-a-o-1---Rac-a-Humana---Ada-o-o-Primeiro-Homem.png" alt="Lição 1: Adão, o Primeiro Homem"><br>
Gênesis 1:26 “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre […] toda a terra”</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
O homem não é um mero detalhe no Universo; o ser humano é a obra-prima de Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — Gn 1.26: O conselho divino para a criação do homem<br>
Terça — Gn 2.7: A criação do primeiro homem<br>
Quarta — Sl 8: O lugar do homem na criação divina<br>
Quinta — Lc 3.38: O homem é filho de Deus<br>
Sexta — Jo 3.16: Deus ama o ser humano<br>
Sábado — 1Tm 2.5: Jesus, verdadeiro homem</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
Gênesis 2:1-8.<br>
1 — Assim, os céus, e a terra, e todo o seu exército foram acabados.<br>
2 — E, havendo Deus acabado no dia sétimo a sua obra, que tinha feito, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito.<br>
3 — E abençoou Deus o dia sétimo e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra, que Deus criara e fizera.<br>
4 — Estas são as origens dos céus e da terra, quando foram criados; no dia em que o Senhor Deus fez a terra e os céus.<br>
5 — Toda planta do campo ainda não estava na terra, e toda erva do campo ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra.<br>
6 — Um vapor, porém, subia da terra e regava toda a face da terra.<br>
7 — E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.<br>
8 — E plantou o SENHOR Deus um jardim no Éden, da banda do Oriente, e pôs ali o homem que tinha formado.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
O tema deste trimestre é a doutrina bíblica do homem. Com a ajuda de Deus, estudaremos o que a Bíblia Sagrada ensina a respeito do ser humano, a obra-prima da criação divina. Entre outros assuntos, enfocaremos a criação de Adão e Eva, a triste realidade do pecado, a experiência de nossos pais fora do Éden e a nossa própria redenção. E, por fim, mostraremos a glorificação eterna dos que receberam a Jesus Cristo — Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.<br>
Nesta lição, veremos o que é a doutrina bíblica do homem. Em seguida, consideraremos a criação do primeiro ser humano: Adão, a quem a Bíblia chama de filho de Deus (Lc 3.38 — ARA). Que o Divino Consolador nos ajude a compreender os mistérios da Bíblia Sagrada, a inspirada, a inerrante e a completa Palavra de Deus. Aleluia!</p>
<p>I. A DOUTRINA BÍBLICA DO HOMEM</p>
<p>A doutrina bíblica do homem, entre outras coisas, busca responder a esta pergunta: “Que é o homem” (Sl 8.4). A fim de a conhecermos devidamente, teremos de defini-la, ver os seus fundamentos e estabelecer os seus principais objetivos.</p>
<ol>
<li>Definição.<br>
A doutrina bíblica do homem é o ensino sistemático das verdades referentes ao ser humano, que encontramos nas Escrituras do Antigo e do Novo Testamentos. Essa disciplina, centrada na Bíblia Sagrada, tem como objetivo estabelecer o lugar do homem na Criação e no Reino de Deus.<br>
No âmbito da Teologia Sistemática, ela é conhecida como antropologia que, em grego, significa literalmente o estudo do homem.</li>
<li>Fundamentos. O principal fundamento da doutrina bíblica do homem encontra-se, obviamente, na Bíblia Sagrada, nossa única regra infalível de fé prática.<br>
Todavia, servimo-nos também, como fontes auxiliares, de nosso Credo, da Declaração de fé da Assembleia de Deus no Brasil e dos livros-texto devidamente aprovados pelas autoridades de nossa igreja.</li>
<li>Objetivos. Estes são os objetivos da doutrina bíblica do homem:</li>
</ol>
<ol>
<li>Responder às grandes perguntas do ser humano: Quem sou eu? De onde vim? O que represento? Qual a minha missão? E para onde vou?</li>
<li>Mostrar a dependência do homem em relação a Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas;</li>
<li>Levar o homem a reatar a sua comunhão com Deus através de Jesus Cristo, o Homem Perfeito;</li>
<li>E consolar-nos quanto ao nosso destino eterno por meio do sacrifício de Jesus no Calvário — Verdadeiro Homem e Verdadeiro Deus.</li>
</ol>
<p>II. A CRIAÇÃO DOS CÉUS E DA TERRA</p>
<p>Em primeiro lugar, Deus criou os Céus, a Terra e tudo o que neles há. E, só então, veio a formar o homem. Em sua infinita sabedoria, o Criador preparou-nos um lugar perfeito e agradável para habitarmos.</p>
<ol>
<li>
<p>A criação dos Céus e dos anjos. A primeira coisa que Deus criou foram os Céus e, em seguida, os anjos (Gn 1.1; Sl 33.6). Depois de chamá-los à existência, o Senhor pôs-se a criar a Terra e tudo quanto nela se contém (Gn 1; Jó 38.1-11).</p>
</li>
<li>
<p>Deus a tudo criou com inigualável sabedoria. Sabiamente, o Pai Celeste, antes de formar o homem, criou a Terra, a fim de colocá-lo num planeta sustentável (Sl 104).</p>
</li>
</ol>
<p>A forma como Deus agiu em toda a sua obra é enaltecida pelo autor sagrado (Pv 8). A sabedoria divina está patente em toda a criação (Sl 19.1-6). Por essa razão, todas as obras do Senhor são admiráveis, sublimes e ricas em variedades (Sl 104.24).</p>
<p>III. A CRIAÇÃO DE ADÃO, O PRIMEIRO SER HUMANO</p>
<p>O homem não é um mero detalhe no Universo nem surgiu por acaso. O ser humano é o resultado de uma decisão amorosa, soberana e livre da Santíssima Trindade. Criado por Deus, a partir do pó da Terra, Adão tornou-se alma vivente.</p>
<ol>
<li>
<p>O concílio da Divindade sobre a criação do homem.<br>
A criação do ser humano foi antecedida por um concílio da Santíssima Trindade: “E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra” (Gn 1.26). A formação do ser humano, repito, foi uma decisão amorosa, livre e soberana de Deus, o Criador e Mantenedor de todas as coisas (Ap 4.11).</p>
</li>
<li>
<p>Deus cria Adão, o primeiro ser humano.<br>
Em seguida, Deus criou o primeiro homem, do pó da Terra, para que nós, filhos de Adão, a tivéssemos não como mãe, como querem os ecologistas, mas para que nela habitássemos, e para que dela tirássemos nosso sustento (Gn 2.8,16,17). Por acreditarmos piamente na literalidade do Gênesis, professamos que o ser humano é o resultado de um ato criativo de Deus, e não de um longo e fantasioso processo evolutivo, como ensinam dogmaticamente os evolucionistas. Tudo quanto existe (inclusive o homem) veio a existir como resultado de uma ordem expressa do Todo-Poderoso (Sl 148.5). O criacionismo bíblico é incompatível com o evolucionismo (2Co 6.14).</p>
</li>
<li>
<p>O homem torna-se alma vivente.<br>
Ao contrário dos animais, o homem foi criado direta e pessoalmente por Deus, para que refletisse a glória divina (1Co 11.7). Eis porque Adão tornou-se alma vivente (Gn 2.7). Deus nos chamou à vida com as faculdades necessárias tanto para termos comunhão com Ele quanto para relacionarmo-nos com os nossos semelhantes.</p>
</li>
</ol>
<p>IV. A MISSÃO E A TAREFA DO HOMEM</p>
<p>Deus nos criou, para que desempenhássemos as seguintes tarefas: glorificá-lo, propagar a espécie e administrar o planeta.</p>
<ol>
<li>
<p>Glorificar a Deus. O Senhor criou-nos, a fim de refletirmos a sua excelsa glória e majestade (1Co 11.7).<br>
Ao contrário dos animais, aves e peixes, o ser humano é o único ser vivo criado à imagem e à semelhança de Deus. Por esse motivo, toda vez que alguém, seduzido pelo Diabo, adora à criatura em lugar do Criador, atenta contra a santidade e a glória do Senhor (Rm 1.22,23). Quando cumprimos a vontade de Deus, cumpre-se, em nós, esta consoladora promessa: “E serás uma coroa de glória na mão do Senhor e um diadema real na mão do teu Deus” (Is 62.3).</p>
</li>
<li>
<p>Propagar a espécie.<br>
Deus ordenou também ao homem a deixar a casa dos pais, e unir-se à sua esposa, a fim de multiplicar e preservar a espécie humana (Gn 1.28; 2.24). Multiplicar a raça humana é uma obrigação do ser humano; a povoação do planeta glorifica o nome de Deus e cumpre o propósito divino quanto à plenitude de seu Reino em todos os âmbitos da criação. Deus tem um forte compromisso com a família genuinamente bíblica: heterossexual, monogâmica e indissolúvel. Leia, juntamente com a sua esposa e filhos, o Salmo 128. Uma família bem constituída é uma bênção à Igreja e a toda a nação.</p>
</li>
<li>
<p>Governar e administrar o planeta.<br>
Deus, em primeiro lugar, criou a Terra e tudo o que nela há (Gn 2.1). Em seguida, criou Adão que, tendo por lar o Jardim do Éden, recebera como tarefa inicial dar nome a todos os animais e guardar o paraíso (Gn 2.15,19). A partir daí, o homem haveria de adquirir a experiência necessária para governar e administrar toda a Terra (Gn 1.26). Ele passaria a extrair do solo, do qual fora tirado, tudo quanto viesse a necessitar. Que tudo, pois, seja consagrado para a glória e a honra do nome de Deus.</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
Acredito que, nesta lição, conseguimos responder a esta pergunta formulada pelo autor sagrado: “Que é o homem?”. Antes de tudo, o ser humano é a obra-prima de Deus. Fomos chamados à existência para glorificar o seu grande e tremendo nome.<br>
Glória a Deus! Aqui estamos para cumprir-lhe a vontade, refletir-lhe a glória e trabalhar como humildes e sábios obreiros em sua grande e imensa vinha. A Deus toda a glória.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “Adão, o primeiro homem”, responda:<br>
O que é a doutrina bíblica do homem?<br>
Qual o principal fundamento da doutrina bíblica do homem?<br>
Quando o homem foi criado?<br>
Qual a diferença entre o homem e os animais?<br>
Qual a missão do homem?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 13: A velhice de Davi]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-13---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Licao-13---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas"><br>
2 Samuel 23:5 “Ainda que a minha casa não seja tal para com Deus, contudo estabeleceu comigo um concerto eterno, que em tudo será ordenado e guardado. Pois toda a minha salvação e todo o meu prazer estão nele, apesar de que ainda não o faz brotar”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br></p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-13-a-velhice-de-davi/</link><guid isPermaLink="false">5e0660803ca65e0037a5a669</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sun, 22 Dec 2019 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-13---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-13---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" alt="Lição 13: A velhice de Davi"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-13---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Lição 13: A velhice de Davi"><br>
2 Samuel 23:5 “Ainda que a minha casa não seja tal para com Deus, contudo estabeleceu comigo um concerto eterno, que em tudo será ordenado e guardado. Pois toda a minha salvação e todo o meu prazer estão nele, apesar de que ainda não o faz brotar”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
A verdadeira essência da vida não consiste em viver muito ou pouco, mas sim em viver cada momento com Deus e para Deus.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — 2Sm 22.49: Deus é que levanta os seus servos<br>
Terça — 2Pe 1.21: O Espírito Santo inspirou homens santos a escreverem a Bíblia Sagrada<br>
Quarta — Is 9.7: O governo de Cristo será perfeito<br>
Quinta — Is 55.3: Devemos sempre nos firmar na aliança divina<br>
Sexta — Êx 3.6 : O Deus de Jacó usa-nos, apesar de nossas imperfeições<br>
Sábado — Sl 92.14: Busquemos o auxílio divino na velhice, para sermos produtivos</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
2 Samuel 23:1-7<br>
1 — E estas são as últimas palavras de Davi. Diz Davi, filho de Jessé, e diz o homem que foi levantado em altura, o ungido do Deus de Jacó, e o suave em salmos de Israel:<br>
2 — O Espírito do SENHOR falou por mim, e a sua palavra esteve em minha boca.<br>
3 — Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus.<br>
4 — E será como a luz da manhã, quando sai o sol, da manhã sem nuvens, quando, pelo seu resplendor e pela chuva, a erva brota da terra.<br>
5 — Ainda que a minha casa não seja tal para com Deus, contudo estabeleceu comigo um concerto eterno, que em tudo será ordenado e guardado. Pois toda a minha salvação e todo o meu prazer estão nele, apesar de que ainda não o faz brotar.<br>
6 — Porém os filhos de Belial serão todos como os espinhos que se lançam fora, porque se lhes não pode pegar com a mão.<br>
7 — Mas qualquer que os tocar se armará de ferro e da haste de uma lança; e a fogo serão totalmente queimados no mesmo lugar.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
Nada há nada de pejorativo na palavra velhice.<br>
Ela não fala apenas de idade avançada, mas também de maturidade, experiência. Por isso, o hebraico (seybah) a define como cabelos grisalhos, cabeça encanecida. Nas Escrituras, a velhice é vista como fonte de bênçãos: “Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor” (Sl 92.14). A velhice pode ser boa ou ruim — isso dependerá da forma como vivemos cada fase de nossa vida; temamos a Deus e sejamos sábios (Ec 12.1). Os últimos momentos da vida de Davi, já na velhice, foram conturbados, conforme descrito em 1 Reis, mas, pela sua peregrinação e comunhão com Deus, ele finda sua missão com uma grandiosa ação de graças ao Senhor, que o chamara desde a meninice.</p>
<p>I. UMA VISÃO GERAL SOBRE A VELHICE</p>
<ol>
<li>
<p>Concepções antigas e modernas.<br>
Há 2.500 anos, o filósofo egípcio Ptah-hotep descreveu a velhice como o maior infortúnio que pode atingir o ser humano. O poeta inglês William Shakespeare não via a velhice com bons olhos, antes, relatou que os anos crepusculares trazem uma segunda infância e simples esquecimentos. O tom da concepção moderna sobre a velhice é desgastante, ao afirmar que os velhos são ressentidos com os jovens, pois são pessoas cansadas, fora de moda e severas. Entretanto, o respeito por cada fase da vida é ordenado por Deus. Ninguém pode desprezar o outro por ser adolescente, jovem ou idoso. Tem-se veiculado nos meios de comunicação o descaso com que muitos tratam os mais velhos; sem dúvida, isso se deve ao esfriamento do amor e ao aumento do pecado, gerando ingratidão e desrespeito (Mt 24.12). Por isso, a igreja deve manter programas especiais para os idosos, pois essa prática revela o amor de Deus ao próximo.</p>
</li>
<li>
<p>Concepção bíblica.<br>
A Bíblia descreve a velhice como algo natural e dadivoso. O homem que mais viveu na terra foi Matusalém, chegando à idade de 969 anos (Gn 5.27). Mas há muitos outros que chegaram à velhice com menos idade e diversos problemas, como Isaque, que não enxergava mais (Gn 27.1), Barzilai, que afirmou que, devido à idade, já não se interessava mais por finas iguarias (2Sm 19.34,35). A Bíblia relata, porém, dois homens de idade avançada que não foram atingidos pelos sintomas e problemas na velhice. O primeiro é Moisés; em Deuteronômio 34.7 é dito que seus olhos nunca escureceram nem ele perdeu o vigor. Em seguida, Calebe, com a idade de 84 anos, falou a Josué que Deus lhe tinha conservado até ali, e ele ainda viria a conquistar as terras que lhe foram destinadas (Js 14.10-14). A velhice virá para todos os mortais, mas o importante é ter Deus na vida, pois, dessa forma, poderá ser encarada com naturalidade, longe de qualquer estereótipo.</p>
</li>
</ol>
<p>II. PROBLEMAS NA VELHICE DE DAVI</p>
<ol>
<li>
<p>A velhice de Davi.<br>
1 Reis 1.1-4 descreve alguns problemas que atingiram Davi na velhice. Ali, se esclarece que a velhice não poupa ninguém. Por causa dos grandes sofrimentos, das lutas que marcaram sua vida e das causas naturais, com aproximadamente setenta anos, as forças e a saúde de Davi já tinham definhados. Seu corpo não conseguia manter-se aquecido. Davi é o exemplo de como começa o declínio da vida, conforme expõe Eclesiastes 12.1-7. Portanto, aproveitemos bem a adolescência e a juventude na presença de Deus; consagremos nossas forças e todo o nosso vigor ao Senhor Jesus Cristo.</p>
</li>
<li>
<p>Enfrentando mais um filho rebelde.<br>
Em 1 Reis 1.15, novamente o texto reforça a velhice de Davi. Estando ele doente e sem forças, Adonias aproveita-se desse instante para declarar-se rei; ele tem quase os mesmos traços de Absalão — é formoso de aparência e exalta a si mesmo, dizendo: “Eu reinarei”. Apresenta-se ao público com características da realeza: com carros, cavaleiros e pessoas que corriam adiante dele. Ao contrário de Absalão, que sofria oposição de seu pai, Adonias sabia que não haveria qualquer entrave para o seu plano, pois fora criado sem qualquer disciplina. Daí a expressão: “Nunca seu pai o tinha contrariado”. Adonias representa aqueles que querem ser líderes segundo sua própria vontade, que exaltam a si mesmos, desprezando a vontade de Deus. Essa postura vai lhe custar a vida.</p>
</li>
<li>
<p>Constituindo Salomão como rei.<br>
Já no seu leito de morte, doente e velho, Davi teve de atuar firmemente para constituir Salomão como rei. Ele chama Zadoque, Natã e Benaia, e passa-lhes as necessárias instruções, seguindo os costumes da separação de um rei: a unção e o anúncio público. A ordem de Davi era que Salomão fosse colocado em sua mula, sobre a qual somente o rei andava; ele foi escoltado até Giom, em direção ao vale de Cedrom. A unção foi feita por Zadoque com o óleo do tabernáculo, perante todo o povo. A cerimônia feita para a coroação de Salomão recebia a ratificação divina. Somente a partir disso é que Salomão poderia assumir o trono.</p>
</li>
<li>
<p>As palavras de Davi a Salomão e sua morte.<br>
Davi tem consciência de que vai morrer. É isso o que se constata em 1 Reis 2.1-4. Nessa hora, brotam dos seus lábios profundas palavras com as quais aconselha seu filho. Davi diz para Salomão andar em santidade e, nela, conduzir o rebanho de Deus, Israel. O rei tinha consciência plena de que uma vida de santidade só era possível pela observância e obediência completa à Palavra de Deus, conforme Moisés revelara. Tanto Salomão quanto o povo tinham a responsabilidade de andarem nos caminhos do Senhor, por causa das verdades divinas transmitidas, o que significava: atentar para os estatutos do Senhor (Êx 30.21); guardar os mandamentos divinos (Êx 20.1-17); atentar para os decretos ou juízos do Senhor (Êx 21.1).</p>
</li>
</ol>
<p>III. AS PALAVRAS FINAIS DE DAVI EM SUA VELHICE</p>
<ol>
<li>
<p>O reconhecimento da ação do Deus de Jacó.<br>
As palavras finais de Davi em 2 Samuel 23.1-7 são de louvor a Deus. Primeiramente ele expressa sua gratidão a Deus por ter-lhe favorecido em tudo; e menciona que foi levantado em altura pelo Deus de Jacó: “Disse o Deus de Israel, a Rocha de Israel a mim me falou: Haverá um justo que domine sobre os homens, que domine no temor de Deus” (v.3). Davi tinha consciência de que todas as suas conquistas não eram humanas e que, ele mesmo, não era divino, como pensavam os reis de outras nações ao próprio respeito; mas seu crescimento veio do Deus de Israel. Reconhecer nossa fragilidade é o caminho para Deus usar-nos sem nunca pensarmos ser alguma coisa (Sl 82.7). No Novo Testamento, Paulo era usado por Deus, mas tinha consciência de sua humanidade (At 14.15).</p>
</li>
<li>
<p>O Davi inspirado.<br>
Davi esclarece que as palavras que pronunciará têm sua fonte em Deus. Ele deixa claro, nos versículos 3 e 4, que brevemente o governador ideal chegará. Ele irá atuar com justiça, andará no temor do Senhor e trará grandes bênçãos ao povo. O rei diz assim porque tinha consciência de que havia falhado. Mesmo diante de suas falhas, Davi sabia que Deus tinha estabelecido com ele um concerto, de modo que esse justo rei irá sair de sua própria casa (Is 55.3; Jr 33.15.16; At 13.34). Referia-se Ele, profeticamente, à chegada do Messias — Jesus Cristo. Em 1 Reis 2.10, o autor sagrado registra a morte de Davi, o grande rei de Israel. Ele dormiu com os seus pais para acordar na eternidade com Deus. Ele estaria para sempre com o Senhor.</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
A Bíblia fala dos atos heroicos de Davi, mas não esconde seus erros e deslizes. Mas o pastorzinho de Belém, como o homem segundo o coração de Deus, soube como retornar ao que o ungira como rei de Israel. Seus salmos relatam a comunhão profunda e íntima que ele mantinha com o Senhor. E, dessa forma, o amado rei finda sua vida, enaltecendo o Deus de Jacó.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito da lição “A Velhice de Davi’, responda:<br>
Como a velhice é tratada na concepção moderna?<br>
Como a Bíblia descreve a velhice?<br>
O que a igreja deve fazer para com as pessoas de terceira idade?<br>
Como é descrito em 1 Reis a velhice de Davi?<br>
Qual a consciência que o rei Davi tinha a respeito de si?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 12: A rebelião de Absalão]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-12---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Licao-12---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas"><br>
2 Samuel 15:6 “E desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; assim, furtava Absalão o coração dos homens de Israel”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
A rebelião revela uma natureza depravada e apóstata contra Deus, visando apenas propósitos que contrariam a perfeita vontade divina.</p>
<p>LEITURA</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-12-a-rebeliao-de-absalao/</link><guid isPermaLink="false">5dfa7dad3ca65e0037a5a664</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sat, 14 Dec 2019 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-12---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-12---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" alt="Lição 12: A rebelião de Absalão"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-12---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Lição 12: A rebelião de Absalão"><br>
2 Samuel 15:6 “E desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; assim, furtava Absalão o coração dos homens de Israel”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
A rebelião revela uma natureza depravada e apóstata contra Deus, visando apenas propósitos que contrariam a perfeita vontade divina.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — Ef 6.1: Os filhos devem obedecer aos pais<br>
Terça — Ef 6.4: Os pais não podem provocar seus filhos<br>
Quarta — 1Tm 3.2: O servo de Deus deve ser irrepreensível<br>
Quinta — 1Pe 5.8: Devemos fechar as portas às obras do Inimigo<br>
Sexta — Mt 12.33: Pelo fruto se conhece a árvore<br>
Sábado — Fp 2.19-21: É bom contar com pessoas nobres e fiéis a Deus</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
2 Samuel 15:1-18<br>
1 — E aconteceu, depois disso, que Absalão fez aparelhar carros, e cavalos, e cinquenta homens que corressem adiante dele.<br>
2 — Também Absalão se levantou pela manhã e parava a uma banda do caminho da porta. E sucedia que a todo o homem que tinha alguma demanda para vir ao rei a juízo, o chamava Absalão a si e lhe dizia: De que cidade és tu? E dizendo ele: De uma das tribos de Israel é teu servo;<br>
3 — então, Absalão lhe dizia: Olha, os teus negócios são bons e retos, porém não tens quem te ouça da parte do rei.<br>
4 — Dizia mais Absalão: Ah! Quem me dera ser juiz na terra, para que viesse a mim todo o homem que tivesse demanda ou questão, para que lhe fizesse justiça!<br>
5 — Sucedia também que, quando alguém se chegava a ele para se inclinar diante dele, ele estendia a sua mão, e pegava dele, e o beijava.<br>
6 — desta maneira fazia Absalão a todo o Israel que vinha ao rei para juízo; assim, furtava Absalão o coração dos homens de Israel.<br>
7 — E aconteceu, pois, ao cabo de quarenta anos, que Absalão disse ao rei: Deixa-me ir pagar em Hebrom o meu voto que votei ao SENHOR.<br>
8 — Porque morando eu em Gesur, na Síria, votou o teu servo um voto, dizendo: Se o SENHOR outra vez me fizer tornar a Jerusalém, servirei ao SENHOR.<br>
9 — Então, lhe disse o rei: Vai em paz. Levantou-se, pois, e foi para Hebrom.<br>
10 — E enviou Absalão espias por todas as tribos de Israel, dizendo: Quando ouvirdes o som das trombetas, direis: Absalão reina em Hebrom.<br>
11 — E de Jerusalém foram com Absalão duzentos homens convidados, porém iam na sua simplicidade, porque nada sabiam daquele negócio.<br>
12 — Também Absalão mandou vir Aitofel, o gilonita, do conselho de Davi, à sua cidade de Gilo, estando ele sacrificando os seus sacrifícios; e a conjuração se fortificava, e vinha o povo e se aumentava com Absalão.<br>
13 — Então, veio um mensageiro a Davi, dizendo: O coração de cada um em Israel segue a Absalão.<br>
14 — Disse, pois, Davi a todos os seus servos que estavam com ele em Jerusalém: Levantai-vos, e fujamos, porque não poderíamos escapar diante de Absalão. Dai-vos pressa a caminhar, para que porventura não se apresse ele, e nos alcance, e lance sobre nós algum mal, e fira a cidade a fio de espada.<br>
15 — Então, os servos do rei disseram ao rei: Eis aqui os teus servos, para tudo quanto determinar o rei, nosso senhor.<br>
16 — E saiu o rei, com toda a sua casa, a pé; deixou, porém, o rei dez mulheres concubinas, para guardarem a casa.<br>
17 — Tendo, pois, saído o rei com todo o povo a pé, pararam num lugar distante.<br>
18 — E todos os seus servos iam a seu lado, como também todos os quereteus e todos os peleteus; e todos os geteus, seiscentos homens que vieram de Gate a pé, caminhavam diante do rei.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
Nesta lição, discorreremos sobre a rebelião de Absalão; não se tratava apenas de uma oposição ou resistência à autoridade, mas da síndrome do poder. O assassinato de seu irmão, Amnom, não foi apenas um feito vingativo, mas a oportunidade de excluir um rival que estava na linha de sucessão ao trono (2Sm 13.20-39). Absalão era oportunista, perspicaz. Valendo-se de sua beleza física e carisma incomum, procurou derrubar o próprio pai, na esteira das falhas governamentais, buscando apoio nos descontentes, para reinar, prometendo que julgaria a todos com equidade e rapidez.</p>
<p>I. O HOMEM ABSALÃO</p>
<ol>
<li>
<p>Descrição.<br>
Absalão era o terceiro filho de Davi com Maacá, filha de Talmai, rei de Gesur, que nascera em Hebrom (2Sm 3.2,3) — Davi teve seu primeiro filho com Ainoã, Amnon, o primogênito; o segundo com Abigail, Quileabe. Do hebraico, o nome Absalão significa “o pai é da paz” (2Sm 3.3). Duas coisas o distinguem: seus longos cabelos e sua aparência física, que era sem defeito (2Sm 14.25). Absalão era o filho predileto de Davi. Tinha uma vida de luxo, pois estavam a seu dispor um carro e 50 homens que corriam adiante dele. Tinha uma personalidade forte e capacidade para furtar o coração do povo (2Sm 15.1.6). Biograficamente, há muitos detalhes sobre o homem Absalão, em especial quanto à beleza física, mas nenhum destaque para sua vida espiritual.</p>
</li>
<li>
<p>Em que consistia a causa da revolta de Absalão?<br>
Podemos asseverar que Davi é o grande responsável pelo desastre que aconteceu no seio de sua família, devido às suas faltas. Sua queda enfraqueceu espiritual e moralmente sua família. Assim, primeiramente vem o estupro de Tamar por Amnom, depois a morte deste por Absalão, que teve de fugir e ficar distante do pai por três anos. O retorno de Absalão, por parte da estratégia de Joabe, não foi muito bom, pois, ao retornar, Davi fica sem falar com Absalão por aproximadamente dois anos. Isso resultou em grande ódio e amargura no seu coração para com o pai. Nada justifica o procedimento errado dos filhos, mas, por vezes, os pais contribuem para que eles tomem o caminho da rebeldia deliberada (cf. Ef 6.4).</p>
</li>
</ol>
<p>II. A REVOLTA DE ABSALÃO</p>
<ol>
<li>
<p>A fraqueza do reinado de Davi.<br>
O que se desenrola nesse capítulo ainda é resquício do pecado cometido por Davi; como falou Natã, sua vida seria marcada por inúmeros problemas (2Sm 12.10,12). Davi, ao ocultar seu duplo pecado, pôs-se a levar uma vida relaxada tanto espiritual quanto publicamente; ele não estava mais julgando as causas como deveria; os problemas do reino acumulavam-se, aumentando grandemente a insatisfação do povo. O servo de Deus deve fazer de tudo para proceder corretamente perante Deus e o povo, pois a fragmentação de sua vida moral e espiritual pode abrir portas a uma tempestade incontrolável, levando-o a significativas perdas, daí a exigência de Paulo: “sejamos irrepreensíveis” (1Tm 3.2).</p>
</li>
<li>
<p>O Absalão político.<br>
Há o registro do plano da insurreição de Absalão em 2 Samuel 15.1-12. Ele trabalhou incansavelmente durante quatro anos para pôr seu plano em prática — a revolta contra seu pai. De duas maneiras Absalão procura impressionar o povo: primeira, se exibindo com carros, cavalos e homens que corriam adiante dele; segunda, a lisonja. O Absalão político agia da seguinte maneira: demonstrava o espírito de grandeza. Era comum aos reis do Oriente terem servos que iam adiante de seus carros, que, por vezes, variavam de três a quatro homens. Mas Absalão apresentava-se com cinquenta (2Sm 15.1). Ainda, exercia uma função que não era sua. Ele sentava-se à porta da cidade como juiz, mas não o era. Apresentava as falhas no setor administrativo do rei, dizendo que não havia pessoas capazes indicadas pelo rei para atender ao povo. Depois, fazia falsa bajulação. Ele dispensava algo que era digno a todo filho de rei: reverência, antes demonstrava falsa humildade; tudo não passava de dissimulação. Ainda, falsa devoção a Deus. Dizia que havia feito um voto a Deus, mas tudo era apenas uma ação mentirosa para enganar o rei. Finalmente, habilidade em ser sagaz. As pessoas se deixaram levar por toda essa ação sagaz sem que percebesse seu real significado.</p>
</li>
<li>
<p>Proclamando-se rei.<br>
Absalão foi para Hebrom com permissão de seu pai, mas ele o fez com falso pretexto, para comandar, de lá, seus emissários. Ele preparou esses homens e, ao seu sinal, ao som de trombetas, deveria ser proclamado a todo o Israel: “Absalão reina em Hebrom!”. Por que Hebrom? Esse jovem sabia que, no seu histórico, Hebrom estava ligada com a monarquia de Israel; foi nela que seu pai fora coroado rei (2Sm 2.4; 5.3) e que seu reinado durou ali sete anos e meio. Absalão tinha consciência de que havia da parte de Judá um sentimento muito especial por esse lugar; estrategicamente, buscava apoio naquela região. Ele fez um convite especial para duzentas pessoas escolhidas a dedo, que eram de influência, mas não sabiam de nada, e levou também um dos conselheiros do rei Davi, Aitofel. Desse modo, estava montado todo o projeto para a conspiração de Absalão.</p>
</li>
<li>
<p>A lealdade dos servos de Davi.<br>
Ao tomar conhecimento da ação de seu filho Absalão, Davi apronta para fugir. Sem dúvida isso era a consequência da espada que viria sobre sua casa, como fora profetizado. Ao sair Davi de Jerusalém com seus amigos, a primeira parada que faz é em frente ao Monte das Oliveiras, que tem ligação com a Via Dolorosa (Lc 22.39). Junto com Davi, vai muita gente, mas o texto faz um destaque à lealdade de um estrangeiro de Gate, cujo nome era Itai. Davi insistentemente solicita que ele volte a ter com o rei, Abasalão, o que não o faz, mas se coloca à sua inteira disposição com toda fidelidade, afirmando que ficaria ao seu lado, quer fosse para vida quer para a morte (2Sm 15.21). Isso tocou profundamente o coração de Davi, pois tal posicionamento deveria partir, isto sim, do seu filho.</p>
</li>
</ol>
<p>III. A MORTE DE ABSALÃO</p>
<ol>
<li>
<p>Coração de pai.<br>
Davi teve de montar seu exército para lutar contra o próprio filho, dividindo-o em três companhias, uma sob a liderança de Joabe, outra, de Abisai, e a última de Itai. Ele se propõe a ir para o combate, mas o povo não permite. Duas coisas importantes devem ser entendidas aqui: a primeira é o valor que o povo via em Davi; sendo ele um grande guerreiro, uma pessoa capaz, ainda que estivesse pagando um alto preço, as pessoas sabiam do seu valor (2Sm 18.3; 1Sm 18.7; 29.5), e que por causa disso ele era o alvo principal. A segunda é que o povo queria evitar que o próprio pai tivesse que confrontar o filho. Todos viam a dor que Davi sentia ao formar aquele exército, para lutar contra seu filho; por isso, pediu que se tratasse o jovem com brandura.</p>
</li>
<li>
<p>O preço da rebelião de Absalão.<br>
A batalha de Absalão pelo trono, ou seja, sua rebeldia em troca do poder, custar-lhe-ia a vida. Os homens de Davi entraram em combate. A vitória facilitou a vitória de Davi, pelo fato de a floresta, na qual os homens de Absalão embrenharam-se, ser traiçoeira. Em alguns relatos bíblicos, forças naturais contribuíram para que o povo do Senhor fosse vitorioso, como lama, insetos, doenças, o que prova que Deus age como Ele quer. Vinte mil homens de Absalão foram abatidos (2Sm 18.7,8). Vendo que estava perdendo a batalha, fugiu sobre um mulo, mas acabou preso nos ramos de um grande carvalho, suspenso pelos cabelos entre o céu e a terra. Joabe tomou conhecimento da situação de Absalão, irando-se, porque o homem que lhe trouxe a notícia não o matara. O mensageiro lhe disse que não poderia ter feito isso, ainda que fosse para ganhar mil moedas de prata, pois tinha ouvido o pedido do rei. Joabe, então, foi até Absalão e traspassa-o com dardos. Depois disso, o combate termina. O fim de Absalão foi trágico, porque ele agira como usurpador, rebelde; pela lei, deveria morrer (Dt 21.18,21,23; 2Sm 17.2,4). Toda rebeldia tem seu preço; por isso o melhor é sempre evitá-la.</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
Com este episódio, aprendemos que a rebelião aborrece a Deus. Evitemos, pois, o pecado da rebeldia; busquemos a sabedoria e a prudência divinas, para que não experimentemos a ira do Deus justo e verdadeiro. Sejamos fiéis e santos.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito da lição “A Rebelião de Absalão”, responda:<br>
Qual o significado do nome Absalão?<br>
Qual destaque a Bíblia faz sobre Absalão?<br>
O que a fragmentação moral na vida moral e espiritual pode fazer?<br>
Como político, o que Absalão fazia?<br>
Se toda rebeldia tem o seu preço, o que é melhor fazer?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 11: As consequências do pecado de Davi]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-11---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Licao-11---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas"><br>
2 Samuel 12:10 “Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para que te seja por mulher”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
O pecado é destruidor. O seu alvo é sempre desviar o homem da comunhão com Deus,</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-11-as-consequencias-do-pecado-de-davi/</link><guid isPermaLink="false">5df182c689424700381cfe8c</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Wed, 11 Dec 2019 12:00:00 GMT</pubDate><media:content url="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-11---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" medium="image"/><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-11---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas-1.png" alt="Lição 11: As consequências do pecado de Davi"><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-11---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Lição 11: As consequências do pecado de Davi"><br>
2 Samuel 12:10 “Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para que te seja por mulher”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
O pecado é destruidor. O seu alvo é sempre desviar o homem da comunhão com Deus, levando-o a um estado de depravação espiritual e moral.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — Rm 6.23: O pecado gera morte<br>
Terça — Hc 1.13: Deus não tolera o pecado<br>
Quarta — 1Jo 1.7: O pecado só pode ser apagado pelo sangue de Jesus<br>
Quinta — 1Tm 6.10: O pecado é a transgressão da lei divina<br>
Sexta — 1Jo 5.18-19: O pecado ofende a Deus<br>
Sábado — Ez 33.12: Quem peca pagará pelos seus pecados</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
2 Samuel 12:1-15<br>
1 — E o SENHOR enviou Natã a Davi; e, entrando ele a Davi, disse-lhe: Havia numa cidade dois homens, um rico e outro pobre.<br>
2 — O rico tinha muitíssimas ovelhas e vacas;<br>
3 — mas o pobre não tinha coisa nenhuma, senão uma pequena cordeira que comprara e criara; e ela havia crescido com ele e com seus filhos igualmente; do seu bocado comia, e do seu copo bebia, e dormia em seu regaço, e a tinha como filha.<br>
4 — E, vindo um viajante ao homem rico, deixou este de tomar das suas ovelhas e das suas vacas para guisar para o viajante que viera a ele; e tomou a cordeira do homem pobre e a preparou para o homem que viera a ele.<br>
5 — Então, o furor de Davi se acendeu em grande maneira contra aquele homem, e disse a Natã: Vive o SENHOR, que digno de morte é o homem que fez isso.<br>
6 — E pela cordeira tornará a dar o quadruplicado, porque fez tal coisa e porque não se compadeceu.<br>
7 — Então, disse Natã a Davi: Tu és este homem. Assim diz o SENHOR, Deus de Israel: Eu te ungi rei sobre Israel e eu te livrei das mãos de Saul;<br>
8 — e te dei a casa de teu senhor e as mulheres de teu senhor em teu seio e também te dei a casa de Israel e de Judá; e, se isto é pouco, mais te acrescentaria tais e tais coisas.<br>
9 — Por que, pois, desprezaste a palavra do SENHOR, fazendo o mal diante de seus olhos? A Urias, o heteu, feriste à espada, e a sua mulher tomaste por tua mulher; e a ele mataste com a espada dos filhos de Amom.<br>
10 — Agora, pois, não se apartará a espada jamais da tua casa, porquanto me desprezaste e tomaste a mulher de Urias, o heteu, para que te seja por mulher.<br>
11 — Assim diz o SENHOR: Eis que suscitarei da tua mesma casa o mal sobre ti, e tomarei tuas mulheres perante os teus olhos, e as darei a teu próximo, o qual se deitará com tuas mulheres perante este sol.<br>
12 — Porque tu o fizeste em oculto, mas eu farei este negócio perante todo o Israel e perante o sol.<br>
13 — Então, disse Davi a Natã: Pequei contra o SENHOR. E disse Natã a Davi: Também o SENHOR traspassou o teu pecado; não morrerás.<br>
14 — Todavia, porquanto com este feito deste lugar sobremaneira a que os inimigos do SENHOR blasfemem, também o filho que te nasceu certamente morrerá.<br>
15 — Então, Natã foi para sua casa. E o SENHOR feriu a criança que a mulher de Urias dera a Davi; e a criança adoeceu gravemente.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
O assunto desta lição mostrará o alto preço que Davi pagou e as consequências que sofreu por causa dos pecados cometidos. A história de Davi nos ensina a não brincar com o pecado. Não podemos arriscar ou desafiar o pecado, pois ele é destruidor e seus resultados são trágicos. Por isso, o mais importante é viver em santidade e confiar no sacrifício perfeito de Cristo, lembrando permanentemente que Deus não tolera o pecado de quem quer que seja (Hc 1.13).</p>
<p>I. O CONCEITO DE PECADO NO ANTIGO E NOVO TESTAMENTO</p>
<ol>
<li>
<p>No Antigo Testamento. No Antigo Testamento, a palavra pecado tem diversos significados:<br>
a) errar o alvo, prática de imoralidade e idolatria (Êx 20.20; Jz 16.20; Pv 19.2);<br>
b) malignidade, perversidade (Gn 3.5; Jz 11.27);<br>
c) revolta, rebelião (2Rs 3.5; Sl 51.13);<br>
d) iniquidade e culpa (Nm 15.30; 1Sm 3.13);<br>
e) transgressão consciente (Lv 4.2);<br>
f) culpabilidade diante de Deus (Lv 4.13; 1 Jo 1.7);<br>
g) desviar-se do bom caminho (Nm 15.22; Sl 58.3).</p>
</li>
<li>
<p>No Novo Testamento. Quem lê o Novo Testamento depara-se com diversos vocábulos usados pelos escritores para definir a palavra pecado, que pode ser descrito da seguinte forma:<br>
a) mal moral (Mt 21.41; Rm 12.17; 1Tm 6.10);<br>
b) impiedade, incredulidade, herege ou apóstata (Rm 4.5; 1Tm 1.9; 1Pe 4.18);<br>
c) culpa (Mt 5.21,22; Tg 2.10);<br>
d) pecado propriamente dito, derivado da palavra grega hamartia (Rm 5.12; At 2.38; Jo 1.29; 1Co 15.3);<br>
e) conduta comprometedora (Rm 1.18; Rm 6.13);<br>
f) vida sem lei, referindo-se aos transgressores (Mt 13.41; 1Tm 1.9);<br>
g) adoração falsa (At 17.23);<br>
h) engano (1Pe 2.25; Mt 24.5,6; Ap 12.9);<br>
i) pecado deliberado (Rm 5.15,20);<br>
j) induzir os outros errarem por meio de falsos ensinos (Gl 2.11,21; 1Tm 4.2).</p>
</li>
</ol>
<p>Assim, podemos perceber que o pecado é sempre maléfico. Suas ações são destruidoras em todos os aspectos, principalmente em relação ao bom relacionamento com Deus. Por isso, ao homem é melhor procurar, em Cristo, o perdão de todos os seus pecados, a fim de estar sempre em comunhão com Deus.</p>
<p>II. A REPREENSÃO DO PROFETA NATÃ AO REI DAVI</p>
<ol>
<li>
<p>Uma consciência morta. Tudo nos leva a crer que Davi não iria confessar seus pecados. Havia se passado um ano, e para ele todas as coisas estavam normais, mas Deus não o deixaria impune. Note o quanto a Bíblia é maravilhosa: ela não esconde o pecado de ninguém. Esse procedimento, além de revelar a justiça divina, mostra que o compromisso do Senhor é para com os que andam em sinceridade, não importando a posição que exerçam, pois se pecarem, pagarão pelos seus pecados (Ez 33.12). A consciência do rei Davi estava morta. Foi necessária uma alegoria do profeta Natã, relatando a ação de um homem rico, que, pela força, se apropriara da cordeirinha única e amada de um pobre. O rico, apesar de possuir um grande rebanho, recusou-se a lançar mão de suas muitas ovelhas. Davi se mostrou irado com o procedimento do rico e, prontamente, queria condená-lo à morte.</p>
</li>
<li>
<p>Mostrando a gravidade do seu pecado. À semelhança de Samuel e Elias, Natã age com energia e coragem para com Davi, denunciando-lhes os gravíssimos pecados. Aliás, o indicativo “Tu és este homem” foi como uma espada traspassando o coração do rei. Não poderia ser de outra forma, pois Davi, além do adultério, cometera o crime de homicídio, envolvendo outras vidas. Ele violou o Decálogo, que imperativamente diz para não adulterar e não matar (Êx 20.13,14). O adultério é um tipo de relação sexual ilícita; é um pecado contra a família; acontece primeiramente no coração (Mt 5.28), evidenciando a falta de pureza na vida. Toda relação sexual antes e fora do casamento é proibida terminantemente pela Bíblia. Não poderia haver suavidade para o pecado de Davi em relação ao adultério, pois ele atingira uma família; e, no tocante à morte de Urias, tirou injustamente a vida de um soldado honrado, leal e valente. Natã, portanto, anunciou a desaprovação de Deus e a sentença de juízo que viria sobre o rei.</p>
</li>
<li>
<p>Traindo a generosidade divina. Natã, como porta-voz de Deus, disse tudo quanto Ele havia feito com relação a Davi, citando cada benefício, um por um:<br>
a) livramento das mãos de Saul;<br>
b) o reinado sobre Judá e Israel;<br>
c) dentre muitos outros privilégios (2Sm 12.8).</p>
</li>
</ol>
<p>Mas Davi, o homem segundo o coração de Deus, desprezara a generosidade de Deus (2Sm 12.9). Entretanto, Davi reconheceu sua transgressão; sabia que havia pecado contra o Senhor. Alguns de seus salmos revelam o sofrimento que ele passou por ter ocultado o seu pecado, entristecendo profundamente o Espírito de Deus (Sl 32.3-5; 51.12). Pela misericórdia divina, Davi foi perdoado, mas teve de arcar com as consequências de seus pecados.</p>
<p>III. AS CONSEQUÊNCIAS DO PECADO DE DAVI</p>
<ol>
<li>
<p>As consequências pelos pecados cometidos. Paulo afirmou que o que semeia na carne colherá corrupção (Gl 6.8). Foi o que ocorreu com Davi. Podemos enumerar alguns pontos dos males que vieram como consequência de seus pecados: o primeiro, a perda do filho; o segundo, o escândalo sexual de seu filho Amnon com a sua filha Tamar; o terceiro, o assassinato de Amnon; o quarto, a tentativa de usurpação do trono, por Absalão, e o abuso público das concubinas reais por este. Davi foi perdoado pela graça e pela misericórdia divinas, mas teve de arcar com as consequências de seus pecados pelo restante de sua vida. É imperioso ao cristão evitar o pecado, pois este traz sofrimento e deixa marcas indeléveis, naqueles que o praticam, atingindo direta e indiretamente outras pessoas.</p>
</li>
<li>
<p>Davi, o rei fraco no seu próprio lar. Davi foi um grande líder para Israel, mas um péssimo pai de família. Ele teve doze esposas, dez concubinas, vinte e um filhos e uma filha (2Sm 3.2-5; 5.13-16; 1Cr 3.1-9; 14.3-7; 2Cr 11.18). Observe que os três filhos de Davi que morreram tragicamente — Amnom, Absalão e Adonias — eram seus sucessores imediatos. Lendo 1 Reis 1.6, pode-se compreender que parte da desestruturação da família de Davi, segundo o texto, era culpa dele mesmo, pela maneira como conduzia os filhos. A falta de aconselhamento e de disciplina fizeram com que os filhos dos três nomes de destaque dos livros que ora estudamos — Eli, Samuel e Davi —, tivessem grandes prejuízos morais e espirituais. Nas palavras de Paulo, o que governa bem a própria casa está preparado para assumir grandes responsabilidades na Obra do Senhor, daí ser essa uma premissa primordial para a vida do obreiro (1Tm 3.4). Não adianta realizarmos grandes conquistas eclesiásticas, ou financeiras, tendo um lar desestruturado.</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
Evitemos o pecado a qualquer custo, pois ainda que aparentemente seja inofensivo, ele sempre trará consequências gravíssimas. O adultério de Davi marcaria sua vida para sempre, mesmo depois de perdoado. Isso porque o preço do pecado é demasiado alto; seus frutos geram a morte. A desobediência a Deus e a crueldade para com Urias seriam pagas por meio da dor e do sofrimento da própria família do rei.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “As Consequências do pecado de Davi”, responda:<br>
Qual o conceito do pecado em nosso vocabulário?<br>
Cite pelo menos três conceitos do pecado no Antigo Testamento?<br>
Cite pelo menos três conceitos do pecado no Novo Testamento?<br>
O que fez o profeta Natã para despertar a consciência morta do rei Davi?<br>
O que é imperioso para o cristão?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item><item><title><![CDATA[Lição 10: Pecado do homem segundo o coração de Deus]]></title><description><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-10---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Licao-10---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas"><br>
2 Samuel 11:27 “Porém essa coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do SENHOR”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Somente o revestimento da graça divina, na força e no poder do Espírito Santo, pode livrar-nos do pecado — a ofensa premeditada contra Deus.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — 1Co 6.18: O cristão deve</p>]]></description><link>https://escoladominical.assembleia.org.br/licao-10-pecado-do-homem-segundo-o-coracao-de-deus/</link><guid isPermaLink="false">5de986b689424700381cfe87</guid><dc:creator><![CDATA[Assembleia de Deus Online]]></dc:creator><pubDate>Sat, 30 Nov 2019 12:00:00 GMT</pubDate><content:encoded><![CDATA[<!--kg-card-begin: markdown--><p><img src="https://escoladominical.assembleia.org.br/content/images/2019/12/Licao-10---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas.png" alt="Licao-10---O-Governo-Divino-em-Ma-o-Humanas"><br>
2 Samuel 11:27 “Porém essa coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do SENHOR”.</p>
<p>VERDADE PRÁTICA<br>
Somente o revestimento da graça divina, na força e no poder do Espírito Santo, pode livrar-nos do pecado — a ofensa premeditada contra Deus.</p>
<p>LEITURA DIÁRIA<br>
Segunda — 1Co 6.18: O cristão deve fugir da prostituição<br>
Terça — Gl 5.16: Cheios do Espírito, vencemos a carne<br>
Quarta — Fp 4.5: Em tudo temos de agir com pureza e equidade<br>
Quinta — 1Jo 3.2: Perseveremos na fé e sejamos semelhantes a Cristo<br>
Sexta — 1Ts 5.22: Fujamos da aparência do mal<br>
Sábado — Jó 31.1: Cuidado com a cobiça</p>
<p>LEITURA BÍBLICA EM CLASSE<br>
2 Samuel 11:1-18<br>
1 — E aconteceu que, tendo decorrido um ano, no tempo em que os reis saem para a guerra, enviou Davi a Joabe, e a seus servos com ele, e a todo o Israel, para que destruíssem os filhos de Amom e cercassem Rabá; porém Davi ficou em Jerusalém.<br>
2 — E aconteceu, à hora da tarde, que Davi se levantou do seu leito, e andava passeando no terraço da casa real, e viu do terraço a uma mulher que se estava lavando; e era esta mulher mui formosa à vista.<br>
3 — E enviou Davi e perguntou por aquela mulher; e disseram: Porventura, não é esta Bate-Seba, filha de Eliã e mulher de Urias, o heteu?<br>
4 — Então, enviou Davi mensageiros e a mandou trazer; e, entrando ela a ele, se deitou com ela (e já ela se tinha purificado da sua imundície); então, voltou ela para sua casa.<br>
5 — E a mulher concebeu, e enviou, e fê-lo saber a Davi, e disse: Pejada estou.<br>
6 — Então, enviou Davi a Joabe, dizendo: Envia-me Urias, o heteu. E Joabe enviou Urias a Davi.<br>
7 — Vindo, pois, Urias a ele, perguntou Davi como ficava Joabe, e como ficava o povo, e como ia a guerra.<br>
8 — Depois, disse Davi a Urias: Desce à tua casa e lava os teus pés. E, saindo Urias da casa real, logo saiu atrás dele iguaria do rei.<br>
9 — Porém Urias se deitou à porta da casa real, com todos os servos do seu senhor, e não desceu à sua casa.<br>
10 — E o fizeram saber a Davi, dizendo: Urias não desceu à sua casa. Então, disse Davi a Urias: Não vens tu de uma jornada? Por que não desceste à tua casa?<br>
11 — E disse Urias a Davi: A arca, e Israel, e Judá ficam em tendas; e Joabe, meu senhor, e os servos de meu senhor estão acampados no campo; e hei de eu entrar na minha casa, para comer e beber e para me deitar com minha mulher? Pela tua vida e pela vida da tua alma, não farei tal coisa.<br>
12 — Então, disse Davi a Urias: Fica cá ainda hoje, e amanhã te despedirei. Urias, pois, ficou em Jerusalém aquele dia e o seguinte.<br>
13 — E Davi o convidou, e comeu e bebeu diante dele, e o embebedou; e, à tarde, saiu a deitar-se na sua cama, como os servos de seu senhor; porém não desceu à sua casa.<br>
14 — E sucedeu que, pela manhã, Davi escreveu uma carta a Joabe e mandou-lha por mão de Urias.<br>
15 — Escreveu na carta, dizendo: Ponde Urias na frente da maior força da peleja; e retirai-vos de detrás dele, para que seja ferido e morra.<br>
16 — Aconteceu, pois, que, tendo Joabe observado bem a cidade, pôs a Urias no lugar onde sabia que havia homens valentes.<br>
17 — E, saindo os homens da cidade e pelejando com Joabe, caíram alguns do povo, dos servos de Davi; e morreu também Urias, o heteu.<br>
18 — Então, enviou Joabe e fez saber a Davi todo o sucesso daquela peleja.</p>
<p>INTRODUÇÃO<br>
A Bíblia não se limita a descrever as façanhas de seus heróis, mas revela igualmente seus pecados, erros e fragilidades. Homens como Noé, Abraão e Jacó cometeram graves faltas na caminhada espiritual (Gn 9.20,21; 20.1-6; 27.19), e a Bíblia não as esconde. Davi, embora ungido do Senhor, deu lugar ao Diabo, e veio a cometer dois gravíssimos pecados. Por isso, Jesus nos alerta e orar e a vigiar constantemente (Mt 26.41). A presente lição procura mostrar que ser escolhido de Deus, para algum propósito, não evita a possibilidade de uma eventual (e evitável!) queda. Por essa razão, não podemos descuidar-nos de nossa vida espiritual. É imprescindível estar cheio do Espírito Santo, para não sucumbir aos desejos da carne, atentando seriamente para este conselho de Paulo: fugi da prostituição (1Co 6.18; Gl 5.16).</p>
<p>I. SEGUNDO O CORAÇÃO DE DEUS</p>
<ol>
<li>
<p>O homem segundo o coração de Deus.<br>
A expressão um homem segundo o seu coração fala de alguém que procura agradar ao Senhor. A Bíblia declara que Davi era esse homem (1Sm 13.14). Davi era rei que agradava a Deus, porque em tudo priorizava a Sua vontade. Davi sabia esperar; seu coração sentia segundo os sentimentos do Senhor. Ele não se apressava, não agia precipitadamente, não frustrava os planos divinos nem buscava sua própria vontade; mas agia consciente e moderadamente (Fp 4.5). O líder segundo o coração de Deus tem intimidade com o Pai. O Senhor quer nos dar pastores segundo o seu coração (Jr 3.15).</p>
</li>
<li>
<p>Davi era o escolhido de Deus, mas deu lugar ao Diabo.<br>
Davi era o escolhido de Deus, mas, infelizmente, cometeu pecados graves; não foi um exemplo de perfeição absoluta como líder espiritual nem como homem público. A grande diferença entre Davi e Saul foi o arrependimento. O Salmo 51 revela a confissão de Davi, sua súplica por perdão e seu rogo por renovação espiritual. Ele não escondeu as suas transgressões; confessou-as e buscou o perdão. Enquanto o nosso corpo não for plenamente redimido lutaremos contra a tentação e o pecado. Mas chegará o dia que o que é “mortal se revestirá de imortalidade e o que é corrupto, de incorruptibilidade” (1Co 15.54). Enquanto isso, trilhemos o caminho da santidade, da oração, da leitura da Bíblia e da fuga da aparência do mal (1Ts 5.22; 4.12). Deixo, porém, este alerta: é possível, sim, termos uma vida irrepreensível tanto diante de Deus quanto diante dos homens.</p>
</li>
</ol>
<p>II. O AMBIENTE EM QUE DAVI PECOU</p>
<ol>
<li>
<p>Criando um ambiente propício ao pecado.<br>
O texto inicia dizendo que Davi não partiu para guerra, quando deveria ter ido (1Sm 11.1). A indolência do rei era o primeiro passo que lhe preparava para a queda, pois quanto mais tempo desocupado, mais chance de ser tentado. Davi não pecou apenas por ter visto Bate-Seba, mas porque seu olhar foi pecaminoso; ele não procedeu como Jó, que fez concerto com os seus olhos para não pecar (Jó 31.1). No lugar de andar ocioso pelo palácio, Davi deveria ter fugido da aparência do mal. Ser tentado não é pecado, mas ceder à tentação é. Jesus foi tentado, mas não cedeu à tentação; repreendeu o Diabo com as Escrituras (Mt 4.1; Hb 2.18). A tentação pode vir tanto de fora (do mundo e do Diabo) quanto de dentro de nós (Tg 1.14).</p>
</li>
<li>
<p>Os meios que contribuem para a prática do pecado.<br>
Em geral, quando uma pessoa começa a desejar o pecado, ela aprofunda esse desejo, fecha-se para as coisas de Deus, levando o Espírito Santo a retirar-se dela. Assim foi com Davi. Ele indaga sobre a mulher que se banhava e, por meio de seus poderes reais, ordenou que a buscassem (2Sm 11.4). Ele mandou buscá-la, mesmo sabendo que se tratava de uma senhora casada. Nada mais podia detê-lo no caminho do pecado, mesmo a informação de que Bate-Seba era mulher de um dos seus oficiais mais fiéis. Nessas condições, Davi já estava longe de Deus. Todas as ações descritas no texto mostram que ele abriu a porta do coração para o pecado e não desviou os olhos da vaidade (Sl 119.37). Frente ao mau exemplo de Davi, e de acordo com as Escrituras, o cristão deve fugir do pecado e resguardar-se em Cristo, pois somente nEle é que se consegue vencer os ataques do Maligno.</p>
</li>
</ol>
<p>III. O ADULTÉRIO E O HOMICÍDIO DE DAVI</p>
<ol>
<li>
<p>Pecado gera pecado.<br>
No Salmo 42.7, é dito que um abismo chama outro abismo. A prática pecado gera mais pecado. Ao tomar ciência de que Bate-Seba estava grávida, Davi engendra um plano. Para esconder a gravidez adulterina de Bate-Seba, Davi força Urias a deitar-se com a esposa, a fim de se lhe atribuir o filho ali gerado. Ele fez isso por duas vezes, porém, sem sucesso (2Sm 11.8,10). Em outra tentativa ele se dispõe a embriagá-lo, mas, mesmo assim, Urias não foi para casa (2Sm 11.13). O oficial se revela um soldado fiel, honrado, leal, contrastando com as atitudes do próprio rei Davi. Por fim, Davi revela sua face mais cruel: escreve uma carta, e ordena que Urias a entregue a Joabe; na carta, o rei ordena ao general que coloque o valente soldado num front temerário, imprudente e belicamente infrutífero. Uma das faces do pecado é a dissimulação; leva-nos a situações inimagináveis. Atentemos, pois, para o que o apóstolo disse: “o salário do pecado é a morte” (Rm 6.23).</p>
</li>
<li>
<p>O homicídio de Davi.<br>
O pecado de Davi vai tomando grandes proporções. O rei entrega Urias nas mãos de Joabe que, por seu turno, coloca-o à frente de uma peleja suicida. Esse ato não matou apenas Urias, mas também outros soldados (2Sm 11.17). Ao ser informado da morte de seu fiel oficial, Davi se manifestou de modo brando, impassível e calculista, afirmando que tais coisas ocorrem na guerra — a espada ora devora de um lado, ora do outro (2Sm 11.25). Davi plantou uma grande injustiça e colherá uma grande amargura. Ele sentirá o peso da espada, enviada da parte de Deus, sobre sua casa. O pecado destrói, transtorna e desfigura espiritualmente uma pessoa. O homem segundo o coração de Deus agora fazia a vontade do Diabo.</p>
</li>
<li>
<p>Davi e seu comandante.<br>
Experiente em guerra, Joabe sabia que o pedido de Davi era uma trama maldosa. Ali, a máscara de Davi cai diante de Joabe. Este não o verá mais como um rei santo, mas como alguém de caráter duvidoso, que acabara de fazer um pedido sujo. Joabe era um assassino, pois havia tirado a vida de Abner (2Sm 3.26,27). Davi acabara de se igualar ao seu comandante. O rei de Israel não era mais o rei-modelo, espiritual e excelente. Joabe, não somente poderia blasfemar de Davi, como não mais poderia ser repreendido pelo rei a respeito de Abner (2Sm 3.28,29). A história de Davi e seu comandante, Joabe, nos mostra que os servos do Senhor devem proceder fielmente em tudo para que o nome de Cristo não seja blasfemado.</p>
</li>
<li>
<p>A tentativa de Davi para evitar as suspeitas do seu pecado.<br>
Em seu atoleiro pecaminoso, depois de sete dias de luto, imediatamente Davi tomou Bate-Seba como esposa. Ele pensava afastar quaisquer suspeitas de um relacionamento extraconjugal. É importante dizer que Bate-Seba teve grande participação no pecado de Davi. Ela não se resguardou; mostrou-se pecaminosamente. Era uma mulher ambiciosa, cheia de planos. Isso pode ser comprovado pelo texto de 1 Reis 1.11-31. Tudo poderia ter passado despercebido perante o povo e logo esquecido, mas o autor sagrado o contraria dizendo: “Porém essa coisa que Davi fez pareceu mal aos olhos do SENHOR” (2Sm 11.27). Deus é onisciente, Ele sabe de tudo. Os que pecam às ocultas, pensando que Ele não vê, enganam-se; as Escrituras declaram que “todas as coisas estão nuas e patentes aos olhos daquele com quem temos de tratar” (Hb 4.13; cf. Sl 33.13,14; 90.8; 139.11,12).</p>
</li>
</ol>
<p>CONCLUSÃO<br>
O registro do pecado de Davi revela a perfeita justiça de Deus e de sua Palavra. As Escrituras mostram que a prática do pecado é sempre desastrosa. Portanto, evitemos a ociosidade, desenvolvamos os dons úteis à obra de Deus. Confessemos o nosso pecado, pois quem o oculta, torna-o mais grave ainda. Se este for o seu caso, procure o seu pastor; peça-lhe a ajuda. Quem confessa a sua transgressão e a deixa, alcançará a misericórdia.</p>
<p>PARA REFLETIR<br>
A respeito de “O pecado do homem segundo o coração de Deus”, responda:<br>
O que significa a expressão um homem segundo o coração de Deus?<br>
Que tipo de rei Davi é em relação a Deus?<br>
Por que Davi pecou?<br>
O que o cristão deve fazer para vencer o pecado?<br>
Qual o propósito de Davi tomar Bate-Seba como esposa?</p>
<!--kg-card-end: markdown-->]]></content:encoded></item></channel></rss>